Conselho da B3 aprova Programa de Recompra

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Conselho da B3 aprova Programa de Recompra Foto: Divulgação Conselho da B3 aprova Programa de Recompra

A B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão informa que o Conselho de Administração da Companhia, em reunião ocorrida no dia 27 de junho, aprovou a aquisição de ações da Companhia sob as seguintes condições (Programa de Recompra):

 

1 - O objetivo da Companhia com o Programa de Recompra é gerar valor para os acionistas, através de uma administração da estrutura de capital que combine recompra de ações e distribuição de proventos;

2 - A quantidade máxima de ações a serem adquiridas é de até 38.500.000 de ações ordinárias;

3 - A quantidade de ações em circulação no mercado, de acordo com a definição dada pelo artigo 8º, §3º da Instrução CVM nº 567/15 é de 2.058.190.897 ações (com base na posição acionária de 19 de junho de 2019);

4 - A quantidade de ações em tesouraria nesta data é de 11.569.893 ações (com base na posição acionária de 19 de junho de 2019);

5 - A Companhia não estima impactos da negociação sobre a composição acionária ou sobre sua estrutura administrativa;

6 - As ações adquiridas no âmbito do Programa de Recompra serão canceladas ou utilizadas para a execução do Plano de Concessão de Ações da Companhia ou de outros planos aprovados pela Assembleia Geral da Companhia;

7 - O prazo máximo para aquisição de ações da Companhia no âmbito do Programa de Recompra é de 246 dias, contados a partir de 28 de junho de 2019, tendo como termo final o dia 29 de fevereiro de 2020, cabendo à Administração definir as datas em que a recompra será efetivamente executada;

8 - As instituições financeiras que atuarão como intermediárias: Bradesco S.A. CTVM, BTG Pactual CTVM S.A., Credit Suisse Brasil S.A. CTVM, Goldman Sachs do Brasil CTVM S.A., Itaú CV S.A., JP Morgan CCVM S.A., Merril Lynch S.A. CTVM, Morgan Stanley CTVM S.A., UBS Brasil CCTVM S.A., e XP Investimentos CCTVM S.A.

9 - De acordo com as informações financeiras mais recentes da Companhia, as quais são relativas ao trimestre findo em 31 de março de 2019, a Companhia possuía reservas de capital e de lucros, exceto reserva legal, no montante de R$21,6 bilhões.

Os membros do Conselho de Administração entendem que a situação financeira atual da Companhia é compatível com a possível execução do Programa de Recompra nas condições aprovadas, não sendo vislumbrado nenhum impacto ao cumprimento das obrigações assumidas com credores nem ao pagamento de dividendos obrigatórios mínimos. Essa conclusão resulta da avaliação do potencial montante financeiro a ser empregado no Programa de Recompra quando comparado com (i) o nível de obrigações assumidas com credores; (ii) o montante, não restrito, disponível em caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras da Companhia; e (iii) a expectativa de geração de caixa pela Companhia ao longo do exercício social de 2019.

(Redação - Investimentos e Notícias)