B3 divulga a terceira prévia do Ibovespa

A B3 divulgou nesta quinta-feira, 29, a nova carteira do Índice Bovespa que vai vigorar de 02 de setembro de 2019 a 03 de janeiro de 2020, com base no fechamento do pregão de 28 de agosto de 2019. A prévia do Ibovespa registra a entrada de GNDI3 (INTERMEDICA ON) e BPAC11 (BTGP BANCO UNT), totalizando 68 ativos de 65 empresas.

B3 anuncia pagamento de dividendos da Deere & Co para 14 de novembro

O Banco B3 S.A., na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da Deere & Co, código ISIN BRDEECBDR003, informou que foi aprovado em 27/08/2019 o pagamento do(a) Dividendos no valor de US$ 0,76 , que considerando a taxa de conversão (US$ / R$) de 4,1557 - 27/08/2019, corresponde a um valor prévio de R$ 1,046155556 por BDR.

 

Agravamento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China

O contrato futuro do Índice Bovespa fechou o pregão de sexta-feira, 23, em forte queda. Tal movimento ocorreu, principalmente, em decorrência do agravamento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. O governo de Pequim anunciou que vai impor tarifas adicionais à importação de produtos norte -americanos, totalizando US$75 bilhões. Além disso, anunciou também que retomarão a taxação de 25% sobre carros norte - americanos. Em resposta, Washington informou, em forma de retaliação, o aumento da alíquota (de 25% para 30%) sobre produtos chineses.

B3 informa valor de dividendo da American Airlines

O Banco B3 S.A., na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da American Airlines Group Inc., código ISIN BRAALLBDR003, em referência ao comunicado de 26/07/2019, informou que o valor definitivo do(a) Dividendos aprovado em 25/07/2019, cujo pagamento será realizado em 27/08/2019 e considerando a taxa de conversão (US$ / R$) de 4,0198, corresponde a R$ 0,266306371 por BDR. Terão direito a este recebimento os titulares de BDRs em 05/08/2019.

Destaques da semana: no meio do caminho tinha uma crise

O clima internacional atuou mais uma vez contra a Bolsa brasileira. Teve de tudo: novas farpas trocadas entre Estados Unidos e China, sinais de recessão econômica no futuro, dados ruins na Alemanha e na China e uma crise do gigante asiático com Hong Kong. De positivo, pelo menos alguns dados da economia americana vieram melhor do que o esperado.

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