Bancos de montadoras oferecem as melhores taxas de juros, diz ANEF

As associadas da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF) estão praticando taxas médias mensais de juros 0,34% menores que os bancos de varejo. Em julho, e média foi de 1,41%, repetindo os valores de maio e junho. A taxa média anual também foi mantida, em 18,30%. As taxas praticadas pelos bancos de varejo para financiamento de veículos atingiram a média de 1,75% a.m. e 23,1% a.a., no CDC para pessoa física. No CDC para pessoa jurídica, a taxa média informada pelo Banco Central foi de 1,50% a.m. e 19,5% a.a. A taxa Selic manteve-se em 0,87% a.m. e 11% a.a. O mais recente balanço do BACEN, referente a agosto, mostra que entre as 10 melhores taxas de juros para aquisição de novos veículos, sete provêm de bancos de montadoras.

Pesquisa detecta alta na taxa de juros do cheque especial

Pesquisa de taxas de juros realizada pela Procon do Estado de São Paulo, em 2 de setembro, detectou alta apenas na taxa média do cheque especial. No empréstimo pessoal não houve alteração. Dos sete bancos pesquisados, apenas o Santander aumentou a taxa do cheque especial, os demais permaneceram com a mesma taxa praticada no mês anterior. Veja aqui a pesquisa completa.

Taxas de juros apresentaram comportamentos distintos em agosto

As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto de 2014 comportamentos distintos, segundo dados da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC). Na pessoa física, as taxas de juros tiveram uma pequena elevação sendo esta a décima quinta elevação seguida, oitava elevação no ano. Na pessoa jurídica as taxas de juros tiveram uma pequena redução, quase uma estabilidade interrompendo 12 elevações seguidas.

Dilma defende juros subsidiados por meio de bancos públicos

A presidenta Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, voltou a defender nesta quarta-feira (3) o estímulo à política industrial do governo. Segundo ela, os bancos públicos dão créditos subsidiados, com juros mais baixos e prazos maiores, e favorecem o investimento no Brasil. Em viagem a Belo Horizonte, a candidata disse que a falta de juros subsidiados poderia comprometer setores como o agronegócio e a política habitacional.

Previsões de inflação, juros e câmbio em 2014 ficam estáveis, diz BC

A expectativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE), que mede a inflação oficial do Pais, ficou estável na última semana, em 6,27% para este ano. Para 2015, a previsão avançou de 6,28% para 6,29%, de acordo com a pesquisa Focus, divulgada nesta segunda-feira (1º), pelo Banco Central.

Taxa de juros para pessoas físicas cresce em julho, revela BC

O Banco Central divulgou nesta terça-feira, 26, que a taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro, computadas as operações com recursos livres e direcionados, atingiu 21,4% a.a. em julho, após altas de 0,3 p.p. no mês e 2,3 p.p. em doze meses. A taxa média de juros alcançou 32,3% a.a. no crédito livre, com aumentos de 0,3 p.p. no mês e 4,8 p.p. em doze meses, enquanto, no crédito direcionado, situou-se em 8,2% a.a., após elevações de 0,4 p.p. e 1 p.p. nas mesmas bases de comparação.

Taxas das operações de crédito continuam em elevação, apura ANEFAC

As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em julho/2014, apurou a Pesquisa de Juros da ANEFAC – Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. É a décima quarta elevação seguida, sétima elevação no ano, constata o diretor executivo de Pesquisa e Estudos Econômicos, Miguel José Ribeiro de Oliveira. As elevações podem ser atribuídas à piora do cenário econômico nacional com expectativa de piora nos índices de inflação e crescimento econômico o que aumenta o risco de crédito (expectativa de aumento nos índices de inadimplência). De acordo com Miguel Ribeiro de Oliveira, estes fatos têm levado as instituições financeiras a elevarem suas taxas de juros acima das elevações da Selic.

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