Ainda que modesta, Selic inicia um novo ciclo, diz SPC Brasil

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) considera positivo para a economia a decisão tomada nesta quarta-feira (19/10) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em reduzir a taxa básica de juros (Selic) pela primeira vez após quase um ano e meio, de 14,25% para 14,00%. Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a redução da Selic, apesar de modesta com 0,25 ponto percentual, inicia um novo ciclo de contenção dos juros, benéfico para o cenário econômico atual.

Queda da taxa de juros está na direção correta, diz FIRJAN

Desde a última reunião do Copom, os elementos fundamentais ao comportamento da inflação seguiram em direção favorável ao início do ciclo de redução da taxa de juros. Houve desaceleração dos preços livres, em especial dos alimentos, e a aprovação da PEC do teto dos gastos em primeiro turno na Câmara dos Deputados. Nesse sentido, a decisão do Copom está na direção correta. 

Vendas do varejo caem 6,9% na primeira quinzena de outubro em SP, diz ACSP

O movimento de vendas do varejo da capital paulista caiu em média 6,9% na primeira quinzena de outubro frente ao mesmo período do ano passado. Separadamente, os recuos nas comercializações a prazo e à vista foram de 5,1% e de 8,7%, respectivamente. As informações são do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Cesta básica paulistana registra queda de 1,42% na semana

O valor da cesta básica no município de São Paulo registrou queda de 1,42%, no período de 7 a 13 de outubro, revela pesquisa diária da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, em convênio com o Dieese. O preço médio, que no dia 6 de outubro era R$ 700,08 passou para R$ 690,13 em 13 de outubro.

Produção e venda de Motocicletas caem 13,3% em setembro

A indústria de motocicletas segue apresentando dados retraídos de produção, vendas e exportação. Segundo a ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, foram fabricadas 80.489 motos em setembro, ante 92.791 em agosto, o que representa uma retração de 13,3%.

Fenabrave divulga queda de 12,92% nos emplacamentos em setembro

O desempenho dos emplacamentos de veículos automotores, no mês de setembro e acumulado do ano, foi divulgado hoje (05) durante coletiva de imprensa, pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa mais de 7 mil Concessionárias no Brasil.

Preço médio do m² para aluguel no Brasil tem queda de 11,3% no 3T16

O preço nominal médio do m² para aluguel no Brasil apresentou uma queda de 11,3% no 3º Trimestre de 2016, em comparação ao mesmo período de 2014, passando de R$ 27,27 para R$ 24,19. Já o aluguel apresentou desvalorização nominal de 5,6% no País, com relação ao mesmo período de 2015. O DMI-VivaReal, levantamento realizado pelo VivaReal (www.vivareal.com.br), contemplou uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considerou mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel. A íntegra da pesquisa está disponível em http://bit.ly/3T16_DMI-VivaReal_Brasil.

Das 30 cidades analisadas, mais da metade registrou desvalorização no valor nominal médio do m² para aluguel em comparação ao mesmo período de 2015. Entre as que tiveram maior desvalorização do preço estão: Osasco (-16,1%), João Pessoa (-13,8%), Rio de Janeiro (-11,9%), Londrina (-8%) e Vitória (-7,1%). O município de Florianópolis apresentou maior valorização do aluguel ao apontar 7,40% do valor médio do m². As demais que apresentaram variação positiva foram Natal (+3,56%), Guarulhos (+2,20%), Recife (+1,26%) e Jundiaí (+1,04%).

O Índice DMI-VivaReal também listou as cidades que tem o valor acima da média nacional (R$ 24,19) para aluguel no País. São Paulo lidera a lista com o valor do m² de R$ 35,24, seguida das seguintes cidades: Rio de Janeiro (R$ 33,78/m²), Santos (R$ 28,89/m²) e Recife (R$ 25,00 m²).

“Há exatos dois anos o preço médio para locação chegava ao seu recorde, superando R$27/m². Desde então, os valores estão em queda. O consumidor atual entende o aluguel como uma solução de moradia em curto prazo. É um momento financeiramente interessante para aqueles com recursos comprometidos ou que desejam aplicar seu capital em outros tipos de investimentos”, comenta Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

Valor médio do m² para venda permanece estável Brasil

A média nacional do valor do m² para venda é de R$ 4.868. No final do terceiro trimestre de 2016, o valor médio do m² para venda no Brasil teve valorização nominal de 0,1% em comparação ao mesmo período de 2015. Já no comparativo com 3T14, o valor médio cresceu 0,5%.

As cidades que tiveram o m² para venda mais valorizado, em comparação com o terceiro trimestre de 2015, foram Curitiba (+8,77%), Vila Velha (+6,07%), Florianópolis (5,75%), Porto Alegre (+5,72%) e Guarulhos (+5,69%). Já entre as que mais desvalorizaram a lista é liderada por Natal (-1,8%), seguida por Niterói (-1,5%), Rio de Janeiro (-1,5%) e São Paulo (-1,3%).

Brasília lidera a lista das cidades com valor de venda mais alto do Brasil, R$ 8.235,00/m². A lista também conta com Rio de Janeiro (R$ 7.154/m²), São Paulo (R$ 6.829/m²) e Recife (R$ 6.804/m²).

Procura por imóveis de até 100 m² é maior que a oferta

O índice DMI-VivaReal também acompanha a demanda por imóveis. No terceiro trimestre, 63% dos consumidores procuram por imóveis de até 100 m² e a oferta por esse tipo de moradia é de apenas 51%. No que diz respeito ao número de dormitórios, 50% procuram imóveis de até dois dormitórios, enquanto 58% da oferta é de imóveis acima de três dormitórios.

Enquanto 76% das pessoas procuram por imóveis até R$ 500 mil, a oferta disponível é de 52%. O estoque de residências acima de R$ 1 milhão é de 20%, porém a demanda chega a ser apenas de 7%.

“Já estamos observando um maior otimismo do setor imobiliário no País. A percepção de maior estabilidade político-econômica, as alterações das regras de financiamento da Caixa Econômica Federal, bem como o aumento da busca por terrenos para incorporação são indicadores promissores para quem deseja investir em imóveis ou no sonho da casa própria”, conclui Vargas.

Ranking dos Bairros mais procurados para aluguel no 3º trimestre de 2016

Vila Mariana - São Paulo
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
Tatuapé - São Paulo
Campo Grande - Rio de Janeiro
Recreio Dos Bandeirantes - Rio de Janeiro
Ipiranga - São Paulo
Boa Viagem - Recife
Pituba - Salvador
Bela Vista - São Paulo
Saúde - São Paulo

Ranking dos Bairros mais procurados para compra no 3º trimestre de 2016

Vila Mariana - São Paulo
Bela Vista - São Paulo
Pinheiros - São Paulo
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
Boa Viagem - Recife
Tatuapé - São Paulo
Moema - São Paulo
Recreio Dos Bandeirantes - Rio de Janeiro
Mooca - São Paulo
Butantã - São Paulo

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