Antes de mudar para cá fiz um check-up completo: visitas ao clínico geral, ao proctologista, ao urologista e uma completa recauchutagem com minha amada dentista.
Com tudo em cima, me mudei feliz e meu único susto na área da saúde foi a queda de uma obturação logo ao chegar em janeiro e objeto de parte da crônica de 17/01/2010, Liberté, Égalité, Fraternité.
Há mais ou menos 45 dias reparei que minha gengiva doía e tinha uma bolinha e como sou meio cismado com médicos, resolvi tirar umas fotos e mandar para a minha amada dentista no Rio.
Ela viu, me ligou e me disse que achava melhor que fosse a um dentista aqui porque, para ela era um abscesso por conta de uma inflamação de um problema em um canal.
Bom, pensei com meus botões: agora estou ferrado, não gosto nada de dentistas e vou acabar em um dentista francês que, espero que nenhum francês leia, não gozam de boa fama profissional entre nós, brasileiros.
Mas tinha que ir e não havia jeito, mesmo. Liguei para a mãe de um amigo, radicada aqui há mais de trinta anos e perguntei quem era o seu dentista e logo marquei hora para a volta das suas férias de agosto (aliás, na semana que vem falaremos destas férias de agosto): 26 de agosto – isso era dia 2 de agosto.
No dia marcado lá fui ao Dr. Torno (seu nome, mesmo) e saí, a bem da verdade, totalmente encantado: simpático, falante, educado e com um consultório cheio de equipamentos de última tecnologia.
Gostei tanto que estou indo hoje na minha quarta consulta. E o que é melhor: 100% coberto pelo meu seguro de saúde, incluindo os antibióticos.
Fortes Emoções II
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