Ptax do BC fecha a R$ 2,2416 na venda

O Banco Central (BC) informou que a Ptax (média oficial do dólar no dia) fechou a R$ 2,2410 na compra e a R$ 2,2416 na venda, com alta de 0,27% em relação ao encerramento anterior (R$ 2,2356).
(Redação - Agência IN)

Ptax do BC fecha a R$ 2,2356 na venda

O Banco Central (BC) informou que a Ptax (média oficial do dólar no dia) fechou a R$ 2,2350 na compra e a R$ 2,2356 na venda, com alta de 0,16% em relação ao encerramento anterior (R$ 2,2319).
(Redação - Agência IN)

 

Autoridade monetária informa taxa para TR e TBF referente a 03/09

O Banco Central (BC) divulgou a Taxa Básica Financeira (TBF) e a Taxa Referencial (TR) referente ao dia 03 de setembro como segue abaixo:

Taxa Básica Financeira - TBF
de 03.09.2014 a 03.10.2014: 0,8455%

Taxa Referencial- TR
de 03.09.2014 a 03.10.2014: 0,0849%

(Redação - Agência IN)

Redução dos gastos públicos é essencial para o recuo da inflação, diz Firjan

De acordo com a nota do Sistema Firjan divulgada nesta quarta-feira (3) , “o resultado negativo do PIB no segundo trimestre confirmou o quadro de baixo crescimento da economia brasileira retratado pelas pesquisas setoriais e pelos índices de confiança de empresários e consumidores. Apesar disso, ainda que os resultados para a inflação tenham sido mais favoráveis desde a última reunião do Copom, permanecem relevantes desafios quanto à sua trajetória, em especial no que diz respeito à correção dos preços administrados. Dessa forma, o Sistema FIRJAN insiste que uma política fiscal mais equilibrada, com redução dos gastos públicos de natureza corrente, é essencial para um recuo sustentável da inflação, de forma a abrir espaço para um processo de queda permanente da taxa de juros”.

(Redação - Agência IN)

Com inflação e recessão técnica, juros altos são inúteis para a economia

O vice-presidente do Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo), Francisco José Ferraroli dos Santos, acredita que, após o péssimo resultado do PIB, com recessão técnica, e o aumento da inflação, não há mais espaço para a utilização da política de juros altos, que foi mantida nesta quarta-feira (03/09) pelo Copom.

 

Selic: sinais de “estagflação” são evidentes, afirma especialista

O Comitê de Política Monetária (Copom) acaba de anunciar a taxa básica de juros (Selic) para o próximo período, mantida em 11%. Para o coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina – FASM, Reginaldo Gonçalves, os juros altos já não são mais garantia de controle de inflação e os sinais de “estagflação” são evidentes. “A indústria continua patinando em suas operações, não conseguindo competitividade para seus produtos. Acabamos de cair mais uma posição no ranking mundial de competitividade, para a 57ª posição. Já passou da hora de fazermos ajustes mais profundos. O consumidor está cada vez mais exigente e quer pagar um preço justo. Assim, acabam buscando no produto importado o que, muitas vezes, não há no nacional: preço”, avalia.

(Redação - Agência IN)

Selic: indústria sente reflexos de juros altos, diz Abiplast

“Independentemente da manutenção ou das pequenas variações da Selic que têm sido anunciadas ao longo de 2014, o patamar atual é muito elevado. A taxa básica de juros do Brasil é refém do problema fiscal. É premente reduzir as despesas públicas, em todas as instâncias governamentais, pois com o Estado gastando mal e muito, não temos como baixar os juros, e o alto preço do dinheiro é inimigo do aporte de capital em empreendimentos produtivos.

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