Aluno de EAD mostra que não há idade para estudar a distância

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Aluno de EAD mostra que não há idade para estudar a distância (Foto: Divulgação) Aluno de EAD mostra que não há idade para estudar a distância

Com dois cursos on-line na bagagem, Jakson Sosa explica como a qualificação profissional impactou positivamente seus negócios

Aos 65 anos de idade, Jakson Sosa tem se reinventado como aluno e como empreendedor. De olho nas novas exigências do mundo do trabalho e de oportunidades de negócios, ele deixou a aposentadoria de lado e manteve-se na ativa. Formado em Ciências Físicas, ainda na década de 1970, Sosa mudou sua área de atuação para a audiovisual. E para agregar valor imaterial ao trabalho, concluiu dois cursos pelo Senac EAD: a graduação de Tecnologia em Marketing, em 2015, e a pós-graduação em Gestão de Marketing, em 2017.

Nessa decisão, pouco usual na idade, o próprio compara com o protagonista do filme O Estagiário (título original The Intern, 2015), um senhor que retorna ao trabalho aos 70 anos depois de estar aposentado. “Conversando com outros amigos de idades similares à minha, percebemos que há um movimento nesse sentido, de pessoas mais experientes retornarem à profissão depois da conclusão de novos cursos. O formato de ensino a distância não é empecilho, e, além de ser adaptável em qualquer idade, ajuda na flexibilidade para quem pretende ou não pode se deslocar muito”, avalia.

O retorno aos estudos e à ativa nem sempre é fácil, pensou ele. Por isso, na hora de escolher o formato de ensino e a instituição, a flexibilidade e a reputação foram determinantes. “Levei em consideração tempo, disponibilidade, deslocamento para realizar os estudos, e percebi que as aulas a distância eram adequadas à minha rotina. Todas as pesquisas apontaram para o Senac EAD”, lembra.

Segundo Jakson, os cursos o ajudaram a entender mais o próprio negócio: “sobretudo, com o marketing digital, área em que passei a atuar de forma clara e contundente na minha empresa tanto na parte de planejamento quanto execução”. Outras questões aprendidas na especialização, como gestão comportamental e organizacional, serviram para aumentar a performance de sua equipe de trabalho e, consequentemente, o negócio.

Proprietário de uma empresa especializada em vídeo, atualmente com 24 funcionários, o empreendedor avalia que a graduação e a especialização trouxeram impactos significativos. Isso porque, conforme ele explica, o bom conhecimento de marketing na teoria e na prática ajuda a criar uma configuração para diversos modelos de trabalho. “Seja em qual for o ambiente, digital ou não, a aprendizagem adquirida nessas áreas tem me servido em prospecções, vendas, em tudo”. 

Competição – Sosa considera que o mundo do trabalho tem se afunilado. Por isso, de acordo com ele, atualmente quem não possui formação e especialização em determinado ambiente profissional, tende a disputar vagas em segundo plano. “É importante manter-se qualificado para competir pelas oportunidades em primeiro plano, quando o mercado reaquecer”. Por esse motivo, Jakson admite: “mesmo como empregador, o objetivo é continuar se aprimorando”.

(Redação – Agência IN)