Bolsas recuam com China

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Bolsas recuam com China (Foto: Divulgação) Bolsas recuam com China

As principais bolsas de valores globais apresentam perdas nesta segunda-feira, 22, influenciadas por dados divulgados na China. Aqui no Brasil, o Ibovespa apresenta perdas, influenciado por China e pesquisa eleitoral.

Na Ásia, as bolsas iniciaram a semana em queda diante das preocupações com o crescimento chinês. No Japão, o enfraquecimento do dólar pressionou as ações das empresas exportadoras e a bolsa encerrou em queda.

Enquanto isso, na Europa, as bolsas caminham para um fechamento em queda. Em Frankfurt, o DAX recua 0,52%, a 9.748 pontos. Em Londres, o FTSE 100 cai 0,73%, a 6.769 pontos, enquanto o CAC 40 tem queda de 0,55%, a 4.436 pontos.

Por lá, o projeto de desenvolver na Europa uma filial de baixo custo da Air France, Transavia, que provocou uma greve de pilotos na empresa, foi suspenso até dezembro. O anúncio foi feito pelo presidente do grupo Air France-KLM, Alexandre de Juniac, às organizações sindicais da empresa.

Do lado corporativo, o grupo químico e farmacêutico alemão Merck KGaA anunciou a compra por € 13,1 bilhões (US$ 17 bilhões) da empresa americana Sigma-Aldrich, fabricante de componentes químicos e de técnicas de laboratório. Com a aquisição, a Merck afirma que deseja criar "uma empresa líder da indústria das ciências da vida". A Merck KGaA chegou a um acordo com a Sigma-Aldrich para o pagamento de 140 dólares por ação, segundo um comunicado.

Em Wall Street, o cenário não é diferente e bolsas recuam. Com isso, o índice Dow Jones perde 0,33% aos 17.223 pontos; o S&P 500 recua 0,68% a 1.996 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq apresenta perdas de 1,13% aos 4.528 pontos.

Aqui no Brasil, o Ibovespa apresenta perdas, influenciado por China e pesquisa eleitoral. Há pouco, o índice, desvalorizava 2,17%, aos 56.533 pontos. O giro financeiro da bolsa marcava R$ 2.677 bilhões.

E abrindo a agenda de indicadores internos, o Banco Central divulgou o boletim Focus, que na medição, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2014 passou de 0,33% para 0,30%. Já para 2015, o prognóstico do PIB ficou em 1,01%. Por outro lado, a previsão para a taxa de câmbio em 2014 subiu para R$ 2,34. Para 2015 a taxa ficou em R$ 2,45.

Na renda fixa, os juros futuros operam em alta. Instantes atrás o contrato de DI, com vencimento em janeiro de 2017, o mais negociado, apresentava taxa anual de 11,86%.

Para finalizar, o dólar opera avança 0,55%. Há pouco, a moeda era vendida a R$ 2,387.

(MR – Agência IN)