Economia, Finanças e Negócios | Investimentos e Notícias

           | 

Back Economia Com ausência de indicadores, bolsas dos EUA encerram quase estáveis

Com ausência de indicadores, bolsas dos EUA encerram quase estáveis

E-mail Imprimir PDF

Bolsas dos Estados Unidos encerram quase estáveis, em dia morno dos pregões que operaram sem uma agenda econômica no país. Informações sobre medidas econômicas tomadas na Europa ainda guiam os mercados. Desta forma, o índice Dow Jones fechou com alta de 0,05% aos 13.175 pontos; o S&P 500 teve elevação de 0,06% a 1.402 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq desvalorizou 0,15% aos 3.011 pontos.

Na Europa, as bolsas fecharam em queda, avaliando os indicadores ruins do continente. Com isso, em Londres, o índice FTSE 100 fechou com ganhos de 0,08% aos 5.845 pontos, o DAX, em Frankfurt, teve queda de 0,03% aos 6.966 pontos; e em Paris, o índice CAC-40 desvalorizou 0,43% aos 3.438 pontos.

Contribuindo para o sentimento pessimista, o Ministério da Economia da Alemanha divulgou que em junho, a produção industrial alemã registrou desaceleração. O índice, que mede a produção da indústria, recuou 0,9% no sexto mês do ano em relação ao mês anterior que apresentou alta de 1,7%.

Além disso, o saldo comercial da Alemanha finalizou o mês de junho com um superávit de € 17,9 bilhões, ante os € 12,5 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados hoje, 08, pelo instituto federal de estatísticas Destatis.

Ontem à noite, a Standard and Poor's reduziu a perspectiva da nota da dívida grega para negativa, dizendo que os desafios políticos que enfrenta o país poderiam levar a outro rebaixamento.

Em Wall Street, os mercados operaram mornos. Segundo o Departamento do Trabalho do país, a produtividade aumentou no segundo trimestre depois de ter retrocedido durante os três meses anteriores. A produtividade das empresas (exceto o setor agrícola) subiu 1,6% na projeção anual em relação ao trimestre anterior, informou o departamento, superando levemente a previsão média dos analistas, que era de 1,5%.

(Lygia Gil – Agência IN)