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Ibovespa fecha com pior sessão de 2013 com China e explosão nos EUA

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O principal índice acionário da BM&FBovespa, o Ibovespa, teve a pior sessão de 2013 fechando em queda em linha com o cenário externo, após divulgação do PIB da China e explosões que ocorreram na tarde de hoje nos Estado Unidos. Acontecimentos como este acentuam mau humor do mercado com a desconfiança sobre atentado terrorista. Com isso, o pregão nacional registrou desvalorização de 3,66%, aos 52.949 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 9.957 bilhões. 

Nesta segunda-feira, nenhuma ação fecha em alta. Entre os destaques negativos, estão os papéis da OGX PETROLEO (ON), que recuaram 12,90% e a MARFRIG (ON) que apresentaram revés de 11,13%.

Na agenda de indicadores econômicos brasileiros, o Banco Central divulgou o Boletim Focus, que na medição, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2013 permaneceu em 3,00%. Já para 2014, o prognóstico do PIB ficou em 3,50%.

Para finalizar as informações locais, a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou a suspensão, pelo prazo de 30 dias, da oferta pública de distribuição de ações de emissão da BB Seguridade Participações, com fundamento no § 2º do art. 19 da Instrução CVM nº 400/03. De acordo com o comunicado, a suspensão ocorreu em razão da utilização de materiais publicitários irregulares na divulgação da Oferta.

As principais bolsas de valores da Europa encerraram o pregão em queda sentindo os reflexos de dados divulgados na China. Com isso, CAC-40, de Paris, registrou perdas de 0,50%, aos 3.710 pontos. E o DAX, de Frankfurt, desvalorizou 0,41%, aos 7.712 pontos. E o índice FTSE-100, de Londres, apresentou baixa de 0,64% aos 6.343 pontos.

E nos Estados Unidos, o Federal Reserve de Nova York revelou que o índice Empire Manufacturing de atividade, que revela as condições de negócios para os fabricantes, registrou em abril uma queda para 3,05 pontos.

Além disso, o balanço americano de fluxos de capitais investidos no longo prazo ficou no vermelho em fevereiro, segundo números publicados nesta segunda-feira, 15, pelo departamento do Tesouro. O balanço acusa um déficit de US$ 17,8 bilhões depois de ter registrado um excedente de US$ 25,7 bilhões em janeiro, informou o departamento.

(Lane Lima - Agência IN)