Preços médios de imóveis comerciais encerram junho com estabilidade

Os preços médios de imóveis comerciais permaneceram praticamente estáveis em junho, encerrando o período com variação de -0,04% (venda) e -0,02% (locação). Comparativamente, o comportamento dos preços de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² ficou abaixo da variação do IPCA/IBGE (+0,26%). Dentre as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, apenas 3 apresentaram variação do preço de venda no campo positivo: São Paulo (+0,42%), Campinas (+0,03%) e Niterói (+0,01%), enquanto, entre os imóveis para locação, os avanços foram registrados em 4 das 10 cidades: Niterói (+1,00%), Belo Horizonte (+0,32%), Campinas (+0,24%) e São Paulo (+0,12%). Em contraste, as quedas mais expressivas foram observadas em: Brasília (-1,60%), Florianópolis (-0,57%), Rio de Janeiro (-0,42%), entre imóveis à venda, e em: Salvador (-0,36%), Florianópolis (-0,34%) e Rio de Janeiro (-0,31%), entre imóveis para locação.

Preços médios de imóveis comerciais encerram maio estáveis

Os preços médios de imóveis comerciais oscilaram perto da estabilidade em maio, encerrando o período com variação de -0,03% (venda) e +0,09% (locação). Comparativamente, o comportamento dos preços de salas e conjuntos comerciais de até 200m² superaram a deflação apontada pelo IPCA/IBGE no mês (-0,38%). Dentre as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, 4 apresentaram variação do preço de venda no campo positivo: Curitiba (+0,57%), Niterói (+0,50%), São Paulo (+0,07%) e Campinas (+0,01%), enquanto, entre os imóveis para locação, os avanços foram registrados em 6 dos 10 municípios, com destaque para Niterói (+1,55%), São Paulo (+0,34%) e Belo Horizonte (+0,28%). Em contraste, as quedas mais expressivas foram observadas em Salvador (-0,51%), Belo Horizonte (-0,41%) e Porto Alegre (-0,28%), entre imóveis à venda, e em Brasília (-2,49%), Curitiba (-0,53%) e Florianópolis (-0,45%), entre imóveis para locação.

Financiamentos imobiliários somam R$ 6,7 bilhões em abril

Os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 6,7 bilhões em abril de 2020, com queda de 0,4% em relação ao mês anterior e alta de 22,6% comparativamente ao mesmo mês do ano passado. O volume financiado em abril, o primeiro mês completo sob isolamento social, foi próximo ao dos dois meses anteriores, indicando assim, até então, ausência ou pequeno impacto da crise do novo coronavírus sobre o crédito imobiliário com recursos do SBPE.

COVID-19 afeta expectativas dos agentes do mercado imobiliário

Com a chegada e disseminação da COVID-19 ao país, a pesquisa Raio-X FipeZap do 1º trimestre de 2020 oferece dados inéditos sobre o perfil e o comportamento dos agentes do mercado imobiliário durante a pandemia, incluindo informações sobre o comportamento e a intenção de compra; a participação de investidores entre compradores; a incidência e percentual de descontos sobre o valor anunciado; bem como a percepção e as expectativas com respeito ao nível e trajetória dos preços dos imóveis no curto e longo prazos. Na sequência, são apresentados os principais destaques da última rodada da pesquisa (referente ao 1º trimestre de 2020), que contou com a participação de 1.841 respondentes:

Preço de venda residencial avança 0,23% em maio

O Índice FipeZap apresentou alta nominal de 0,23% em maio, superando ligeiramente as variações observadas em abril (+0,20%) e em março (+0,18%). Comparativamente, a variação mensal do índice também superou o comportamento esperado do IPCA/IBGE para maio (-0,40%), segundo expectativa publicada no último Boletim Focus do Banco Central do Brasil. Uma vez confirmada essa variação dos preços ao consumidor, calcula-se que o preço médio de venda de imóveis residenciais encerrará o referido mês com alta real de 0,63%. Individualmente, dentre as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap, aquelas que apresentaram maior elevação de preço médio no último mês foram: Curitiba (+1,05%), Campo Grande (+0,99%) e Manaus (+0,57%). Em contraste, Recife exibiu o maior recuo no preço médio entre as capitais monitoradas (-1,47%), sendo acompanhada por Porto Alegre (-0,26%) e Maceió (-0,21%). No tocante às duas cidades de maior representatividade no Índice FipeZap, São Paulo apresentou alta de 0,29% em maio, superando a variação observada no Rio de Janeiro, onde a alta mensal registrada foi de 0,21%.

Valores de venda de imóveis comerciais oscilam em abril

Assim como em março, os preços médios de venda e de locação de imóveis comerciais oscilaram em torno da estabilidade em abril (respectivamente, -0,09% e +0,04%). Comparativamente, os dois índices de preço calculados para salas e conjuntos comerciais de até 200m² superaram a inflação ao consumidor medida pelo IPCA/IBGE (-0,31%). Entre as cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, apenas 3 cidades apresentaram elevação no preço médio de venda: Florianópolis (+1,14%), Campinas (+0,24%) e Curitiba (+0,09%), enquanto, entre imóveis para locação, os avanços foram registrados em 5 municípios, destacando-se: Niterói (+1,07%), Belo Horizonte (+0,29%) e São Paulo (+0,28%). Em contraste, as maiores quedas foram observadas em Porto Alegre (-0,36%), Brasília (-0,30%) e Belo Horizonte (-0,26%), entre imóveis colocados à venda, e em Brasília (-1,11%), Curitiba (-0,82%) e Salvador (-0,29%), no caso da locação. 

Preços de imóveis comerciais encerraram fevereiro estáveis

Os preços médios de venda e de locação de imóveis comerciais encerraram fevereiro de 2020 em estabilidade. Comparativamente, o comportamento dos índice calculados para salas e conjuntos comerciais de até 200m² foram superadas pela inflação ao consumidor medida pelo IPCA/IBGE, que registrou alta de 0,25%. Entre as cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, destacaram-se as altas no preço médio de venda em: Salvador (+1,15%), Florianópolis (+0,60%) e Campinas (+0,21%), enquanto entre imóveis para locação, os maiores avanços foram registrados em: Brasília (+1,54%), Curitiba (+0,42%) e Niterói (+0,36%). Em termos de baixa, as cidades que apresentaram maiores quedas no preço de venda foram: Curitiba (-0,38%), Rio de Janeiro (-0,32%) e Belo Horizonte (-0,27%), enquanto, no caso dos preços de locação, os maiores recuos foram no Rio de Janeiro (-0,35%), em Florianópolis (-0,30%) e Porto Alegre (-0,17%).

Índice FipeZap de locação residencial cresce a 0,51%

Após subir 0,38% em janeiro, o Índice FipeZap de Locação Residencial encerrou fevereiro com alta nominal de 0,51%. A variação positiva observada superou o resultado mensal da inflação pelo IPCA/IBGE no último mês (+0,25%), resultando em uma alta real de 0,26% no preço médio de locação de imóveis residenciais. Entre as 11 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap de Locação Residencial, a maioria apresentou variações de preço que superaram a inflação ao consumidor, sendo Brasília a que apresentou a maior elevação no último mês (+1,24%), seguida pelas altas registradas em Salvador (+0,85%) e São Paulo (+0,70%). Vale notar que apenas 2 das capitais monitoradas apresentaram queda nominal no preço de locação residencial no mês: em Fortaleza (-0,86%) e Porto Alegre (-0,13%). No Rio de Janeiro, uma das capitais com maior peso no índice, o avanço no último mês foi de 0,39% em fevereiro.

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