Vendas de pneus caem 4,5% em julho

A indústria nacional de pneumáticos registrou uma queda de 4,5% em julho, em comparação ao mesmo mês de 2018. As reduções de 4,1% nas vendas para reposição e de 5,5% para montadoras levaram a esse resultado negativo. O registro foi puxado pelas quedas de 21,3% de pneus de motocicletas, 5,3% nos pneus para veículos comerciais leves e 3,8% de pneus de carga. Somente as vendas de pneus de passeio tiveram saldo positivo, superando em 1,3% os resultados de julho de 2018.

No acumulado do ano, as vendas totais apresentaram aumento de 0,2% em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a julho, as vendas para montadoras registraram alta de 6%, enquanto as vendas para reposição recuaram 1,9%. A alta nas vendas totais foi impactada pelo aumento de 4,4% de pneus de carga, de 1,5% de comerciais leves. Os pneus de motos tiveram saldo negativo no acumulado do ano, com redução de 2,9% em comparação com o mesmo período de 2018, enquanto os pneus de passeio ficaram praticamente estáveis, com queda de 0,1%. Os números fazem parte do levantamento setorial divulgado pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos).

"Os números indicam que o ano de 2019 não deve apresentar nenhum avanço para o setor de pneumáticos", afirma Klaus Curt Müller, presidente executivo da ANIP.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Shoppings registram alta de 8,4% nas vendas do 1º semestre

Os dados do Índice Cielo de Varejo em Shopping Centers (ICVS Abrasce) apontaram que o primeiro semestre de 2019 registrou crescimento de 8,4% nas vendas, taxa que supera os resultados registrados pelo setor no período pré-crise, passados os cinco anos do início da recessão econômica do país. Além disso, os shoppings apresentaram neste período um acumulado superior ao de varejo de rua, cuja expansão foi de 6,4%, em relação ao primeiro semestre de 2018.

 

Vendas a prazo crescem pelo segundo ano seguido, aponta CNDL

Depois de amargar três anos consecutivos de resultados no vermelho, as vendas a prazo no varejo voltaram a crescer pelo segundo ano seguido. Dados apurados pelo Indicador de Atividade do Varejo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que as consultas de CPFs para vendas parceladas cresceram 2,15% no acumulado em 12 meses até junho deste ano. O número comprova a trajetória de recuperação do comércio, porém a um ritmo menor, uma vez que em junho de 2018, as vendas haviam crescido 3,13%.

Mitsubishi Electric registra vendas globais de US$ 41 bi no ano fiscal

O grupo Mitsubishi Electric, líder mundial na fabricação, comercialização e vendas de equipamentos elétricos e eletrônicos, fechou o ano fiscal de 2019 (que compreende 1º de abril de 2018 a 31 de março de 2019) com receita de US$ 41,4 bi, aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Globalmente, os principais segmentos que geraram o aumento foram: energia e sistemas elétricos, sistemas de automação industrial e de eletrodomésticos.

Shoppings preveem 3% a mais nas vendas no Dia dos Namorados

A Associação Brasileira dos Lojistas de shoppings (ALSHOP), entidade que representa os maiores varejistas do País, em parceria com a empresa Real Time Big Data, realizou uma pesquisa interna entre os seus associados e constatou uma previsão de aumento de 3% nas vendas para o Dia dos Namorados, em relação ao ano passado.

 

Vendas do Dia dos Namorados devem crescer de 2% a 3%, aponta ACSP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) espera um crescimento entre 2% e 3% no movimento de vendas de produtos voltados para o Dia dos Namorados no varejo da capital paulista, em relação ao ano passado. 'Com o baixo crescimento da economia brasileira, a perspectiva é de um aumento moderado das vendas", diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Vendas do varejo de material de construção ficam estáveis

As vendas no varejo de material de construção tiveram desempenho estável no mês de Maio. Os números da Pesquisa mensal da Anamaco mostram que, no comparativo com Abril, as vendas do setor subiram 1% e, no acumulado do ano, já somam 3,5%. Nos últimos doze meses, o reflexo no setor é de crescimento de 4,5%. 'Maio mostra que a direção que o país segue atualmente é a que alavancará a economia', diz Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Para ele é importante assinalar que as medidas do Governo Federal, que evitaram uma nova paralisação dos caminhoneiros no mês, foram acertadas: 'Vimos como a logística é fundamental para o varejo e como a greve nos afetou em 2018. Este caminho do diálogo é positivo'.

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