Com menor oferta, valores da mandioca se estabilizam

A falta de chuva em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea dificultou o avanço da colheita da raiz de mandioca na última semana. Além disso, considerando-se os atuais patamares de preços, o baixo rendimento de amido e a consequente queda na rentabilidade, alguns produtores postergaram os trabalhos. Porém, ao mesmo tempo em que a oferta caiu, houve recuo na demanda industrial pela raiz, em função da baixa liquidez e dos altos estoques nos mercados de fécula e de farinha. Esse cenário deu certo suporte aos preços. De 8 a 12 de setembro, o valor médio a prazo da tonelada do produto posto fecularia foi de R$ 216,75 (R$ 0,3770 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), ligeira queda de 0,6% ante a média anterior. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

(Redação – Agência IN)

Agricultura familiar produz 90% da mandioca na Bahia

A qualidade dos alimentos da agricultura familiar e a importância do seguimento para a segurança alimentar ganharam reconhecimento mundial. No Brasil os agricultores familiares produzem a maioria e os principais alimentos que chegam à mesa dos consumidores. A diversidade cultural e regional do País reflete na produção familiar.

Preços da mandioca recuam

Produtores consultados pelo Cepea seguem na intenção de colher a raiz, visto que muitos têm áreas de arrendamentos a entregar, enquanto outros temem quedas mais expressivas nos preços da mandioca. Com estoques crescentes e baixa liquidez, parte das fecularias já diminuiu o ritmo de processamento, e, consequentemente, reduziu a demanda pela matéria-prima. Assim, houve excedente de raiz no mercado, o que manteve os valores em baixa na maioria das regiões pesquisadas pelo Cepea. Entre 25 e 28 de agosto, o preço médio a prazo da tonelada da mandioca posta fecularia foi de R$ 221,42 (R$ 0,3849/grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), recuo de 0,9% – a média caiu pela sétima semana seguida. O valor médio de agosto foi 7,3% menor que o de julho. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

(Redação – Agência IN)

Disponibilidade de mandioca aumenta, mas indústria recua

Em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, agricultores passam a intensificar a colheita da mandioca por causa da necessidade de liberação de áreas, seja de arrendamentos ou para outros cultivos nos próximos meses. Além disso, entre 18 e 22 de agosto, o rendimento de amido teve queda de 0,5%, ficando na média de 566,32 gramas, na tabela de renda 20. Na expectativa de novos recuos no rendimento e de oferta elevada de mandioca em 2015, produtores mais capitalizados também elevaram a oferta de raiz. Por outro lado, em razão da falta de liquidez no mercado de derivados, farinheiras e fecularias diminuíram a produção. Na última semana, houve recuo de 5% na quantidade de raízes processadas pelas fecularias. Assim, os preços da mandioca voltaram a cair nas regiões acompanhadas pelo Cepea. O valor médio a prazo da tonelada do produto posto fecularia foi de R$ 223,36 (R$ 0,3885 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), recuo de 2,3% frente à média anterior. O valor médio a prazo da tonelada de mandioca para as farinheiras foi de R$ 218,48/t (R$ 0,3799/grama) nesta semana, queda de 2,9% no mesmo período.(Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

(Redação – Agência IN)

Oferta da mandioca aumenta e se ajusta à demanda industrial

As atividades de plantio e colheita de mandioca foram retomadas nas regiões acompanhadas pelo Cepea na última semana, depois de um período com chuvas. Agricultores ainda priorizaram o plantio, mas também houve melhora na oferta de raízes para as fecularias, que foi suficiente apenas para atender a demanda industrial. 

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