Balança comercial registrou superávit de US$ 1,539 bilhão

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Balança comercial registrou superávit de US$ 1,539 bilhão (Foto: Pexels) Balança comercial registrou superávit de US$ 1,539 bilhão

Na primeira semana de setembro de 2019, com 5 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,539 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,811 bilhões e importações de US$ 3,272 bilhões, segundo dados do Ministério da Economia. No ano, as exportações somam US$ 153,450 bilhões e as importações, US$ 120,368 bilhões, com saldo positivo de US$ 33,082 bilhões.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias diárias até a 1ª semana de setembro/2019 (US$ 962,1 milhões) com a de setembro/2018 (US$ 1,010 bilhão), houve queda de 4,7%, em razão da diminuição nas vendas de produtos semimanufaturados (-17,9%, de US$ 146,1 milhões para US$ 120,0 milhões em razão de açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, semimanufaturados de ferro/aço, ferro fundido, madeira serrada ou fendida, couros e peles) e produtos manufaturados (-11,8%, de US$ 329,0 milhões para US$ 290,0 milhões, por conta de óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, partes de motores e turbinas para aviação, tratores, autopeças). Por outro lado, a venda de produtos básicos registrou aumento (+5,0%, de US$ 525,8 milhões para US$ 552,1 milhões por conta de milho em grão, minério de ferro, minério de cobre, fumo em folhas, farelo de soja). Relativamente a agosto/2019, houve crescimento de 12,9%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+17,8%, de US$ 468,8 milhões para US$ 552,1 milhões), semimanufaturados (+14,6%, de US$ 104,7 milhões para US$ 120,0 milhões) e manufaturados (+4,0%, de US$ 278,9 milhões para US$ 290,0 milhões).

Nas importações, a média diária até a 1ª semana de setembro/2019, de US$ 654,4 milhões, ficou 11,9% abaixo da média de setembro/2018 (US$ 742,9 milhões). Nesse comparativo, diminuíram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (-83,6%), combustíveis e lubrificantes (-44,8%), veículos automóveis e partes (-28,9%), instrumentos de ótica e precisão (-17,0%) e adubos e fertilizantes (-9,0%). Ante agosto/2019, registrou-se queda de 7,5%, pela diminuição nas compras de combustíveis e lubrificantes (-32,2%), cobre e suas obras (-29,8%), equipamentos mecânicos (-26,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (-14,0%) e veículos automóveis e partes (-9,0%). 

(Redação – Investimentos e Notícias)