IGP-10 recua para 0,79% em janeiro, diz FGV

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Destaque IGP-10 recua para 0,79% em janeiro, diz FGV Foto: Divulgação IGP-10 recua para 0,79% em janeiro, diz FGV

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,79%, em janeiro, divulgou nesta terça-feira (16) a Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa apurada em dezembro foi de 0,90%. Em janeiro de 2017, a variação foi de 0,88%. Em 12 meses, o IGP-10 acumulou taxa de -0,51%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,06%, em janeiro. Em dezembro, a variação foi de 1,22%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de 0,74%, em janeiro, ante 0,52%, em dezembro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -2,57% para 2,30%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de 0,38%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,28%.

O índice do grupo Bens Intermediários registrou variação de 0,68%. No mês anterior, a taxa havia sido de 1,69%. A principal contribuição para o recuo da taxa partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 4,59% para 0,24%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou variação de 0,75%. No mês anterior, este índice registrou variação de 1,23%.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas registrou variação de 1,95%. Em dezembro, a taxa foi de 1,56%. Contribuíram para a aceleração do grupo os itens: minério de ferro (2,96% para 8,53%), cana-de-açúcar (-0,44% para 0,60%) e bovinos (1,47% para 2,59%). Em sentido inverso, destacaram-se os itens: soja (em grão) (2,18% para -0,53%), suínos (3,46% para -6,65%) e café (em grão) (0,59% para -1,54%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,36%, em janeiro. Em dezembro, este índice variou 0,29%. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (-0,16% para 0,66%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -3,90% para 5,78%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,68% para 0,85%), Comunicação (-0,22% para 0,20%), Despesas Diversas (0,13% para 0,19%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,36% para 0,41%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de ônibus urbano (-1,53% para 0,59%), tarifa de telefone residencial (-2,87% para 0,01%), alimentos para animais domésticos (0,14% para 2,50%) e protetores para a pele (-2,95% para -1,10%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,38% para -0,23%), Vestuário (0,44% para -0,27%) e Educação, Leitura e Recreação (0,74% para 0,65%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (1,16% para -2,46%), roupas (0,38% para -0,50%) e passagem aérea (13,54% para -6,30%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,08%, ante 0,30%, no mês anterior. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,16%. No mês anterior, a taxa foi de 0,56%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,02%. No mês anterior, este índice variou 0,08%.

(Redação - Investimentos e Notícias)