Índice de Preços ao Produtor de junho cai 1,14%

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Índice de Preços ao Produtor de junho cai 1,14% (Foto: Pexels) Índice de Preços ao Produtor de junho cai 1,14%

Em junho de 2019, os preços da indústria geral caíram 1,14% em relação a maio, abaixo do observado entre maio e abril (1,39%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a maio de 2019, 8 das 24 atividades tiveram variações positivas de preços. Em junho de 2018, o resultado havia sido 2,27%. O acumulado no ano chegou a 2,76% e nos 12 meses, a 3,75%.

As quatro maiores variações em junho de 2019 foram nas seguintes atividades industriais: refino de petróleo e produtos de álcool (-7,24%), papel e celulose (-4,65%), calçados e artigos de couro (-3,56%) e fumo (-2,91%). Já as maiores influências vieram de refino de petróleo e produtos de álcool (-0,78 p.p.), alimentos (-0,19 p.p.), papel e celulose (-0,16 p.p.) e farmacêutica (0,08 p.p.).

Em junho de 2019, o acumulado no ano atingiu 2,76%. Entre as atividades que acumularam as maiores variações foram indústrias extrativas (22,63%), refino de petróleo e produtos de álcool (11,23%), farmacêutica (9,35%) e papel e celulose (-6,09%). Já os setores de maior influência foram: refino de petróleo e produtos de álcool (1,05 p.p.), indústrias extrativas (0,94 p.p.), farmacêutica (0,29 p.p.) e alimentos (0,27 p.p.).

Em relação a junho de 2018, a variação de preços ocorrida foi de 3,75% em junho de 2019, contra 7,32% em maio de 2019. As quatro maiores variações de preços ocorreram em indústrias extrativas (28,61%), farmacêutica (11,26%), fabricação de máquinas e equipamentos (9,37%) e móveis (8,13%).

Entre as grandes categorias econômicas, a queda de 1,14% em junho repercutiu da seguinte maneira: -0,56% em bens de capital; -1,15% em bens intermediários; e -1,24% em bens de consumo, sendo que 0,04% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e -1,51% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis. Já a influência das Grandes Categorias Econômicas foi de -0,04 p.p. de bens de capital, -0,63 p.p. de bens intermediários e -0,47 p.p. de bens de consumo.

No acumulado no ano até junho, houve alta de 2,76%, sendo 2,77% a variação de bens de capital (com influência de 0,21 p.p.), 2,59% de bens intermediários (1,41 p.p.) e 3,02% de bens de consumo (1,14 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,19 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e 0,96 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

(Redação- Investimentos e Notícias)