Índice de preços ao produtor varia 1,32% em março

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Índice de preços ao produtor varia 1,32% em março (Foto: Pexels) Índice de preços ao produtor varia 1,32% em março

Os preços da indústria variaram 1,32% em março, número superior ao observado na comparação entre fevereiro e janeiro (0,81%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na mesma comparação, 21 das 24 atividades apresentaram variações positivas de preços, contra 20 do mês anterior. O acumulado no ano atingiu 2,50%, contra 1,16% em fevereiro.

Na passagem de fevereiro para março de 2020, os preços das indústrias extrativas e de transformação (indústria geral) variaram 1,32%, número superior ao observado na comparação entre janeiro e fevereiro (0,81%). As quatro maiores variações observadas em março se deram entre os produtos das seguintes atividades: indústrias extrativas (-17,12%), refino de petróleo e produtos de álcool (-9,79%), calçados e artigos de couro (7,76%) e fumo (7,47%).

As maiores influências, na mesma comparação, foram: alimentos (1,43 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (-0,97 p.p.), indústrias extrativas (-0,85 p.p.) e outros produtos químicos (0,42 p.p.).

O acumulado no ano (março de 2020 contra dezembro de 2019) atingiu 2,50%, contra 1,16% em fevereiro. As atividades que tiveram as maiores variações percentuais nessa perspectiva foram: refino de petróleo e produtos de álcool (-14,96%), metalurgia (11,99%), calçados e artigos de couro (11,75%) e outros equipamentos de transporte (11,63%). Os setores de maior influência foram: refino de petróleo e produtos de álcool (-1,59 p.p.), alimentos (1,47 p.p.), metalurgia (0,70 p.p.) e outros produtos químicos (0,51 p.p).

O acumulado em 12 meses (março de 2020 contra março de 2019) atingiu 6,45%, contra 6,73% em fevereiro. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais neste indicador, sobressaíram: outros equipamentos de transporte (18,75%), alimentos (18,17%), metalurgia (11,99%) e farmacêutica (10,96%). Já os setores de maior influência foram: alimentos (3,99 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (-0,93 p.p.), metalurgia (0,72 p.p.) e veículos automotores (0,45 p.p.).

Entre as grandes categorias econômicas, a variação de preços de 1,32% frente a fevereiro repercutiu da seguinte maneira: 2,71% em bens de capital; 0,69% em bens intermediários; e 1,93% em bens de consumo, sendo que 0,41% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e 2,25% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

Do resultado da indústria geral, 1,32%, a influência das Grandes Categorias Econômicas foi a seguinte: 0,21 p.p. de bens de capital, 0,38 p.p. de bens intermediários e 0,74 p.p. de bens de consumo. No caso de bens de consumo, 0,71 p.p. se deveu às variações de preços observadas nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,03 p.p. nos bens de consumo duráveis.

(Redação – Investimentos e Notícias)