Medo do desemprego cai 2,2 pontos em relação a junho

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Medo do desemprego cai 2,2 pontos em relação a junho (Foto:Divulgação) Medo do desemprego cai 2,2 pontos em relação a junho

O Índice de medo do desemprego cai 2,2 pontos entre junho e setembro de 2018, chega a 65,7 pontos, e reverte, em parte, a alta observada entre março e junho, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Apesar da queda, o índice permanece em patamar elevado, 16 pontos acima da média histórica de 49,7 pontos.

Na região Sudeste, o índice de medo do desemprego recua 5,8 pontos entre junho e setembro, mais do que revertendo a alta de 4,8 pontos observada entre março e junho. O medo do desemprego na região Sudeste permanece como o segundo maior do país, com 64,0 pontos em setembro.

A região Nordeste também apresenta queda no índice de medo do desemprego entre junho e setembro, de 1,0 ponto. No entanto, a retração nessa região não é suficiente para compensar o aumento de 4,8 pontos entre março e junho desse ano. Apesar da retração, o medo do desemprego na região Nordeste permanece como o maior do Brasil, com 73,1 pontos.

Na região Sul, o índice apresenta alta de 0,8 ponto entre junho e setembro e chega a 62,7 pontos. A manutenção do medo do desemprego em patamar elevado faz com que, pela segunda vez consecutiva, o medo do desemprego na região Sul seja superior ao verificado na região Norte/CentroOeste, que apresenta 60,9 pontos.

A região Norte/Centro-Oeste também apresenta alta do índice em setembro, com incremento de 2,3 pontos. A região havia sido a única a apresentar queda no medo do desemprego entre março e junho. Pelo segundo levantamento consecutivo, o medo do desemprego na região Norte/ Centro-Oeste é o menor do país, embora ainda em patamar elevado em relação ao período anterior à crise econômica.

O índice de satisfação com a vida cresce 1,1 ponto no mesmo período, alcançando 65,9 pontos. O índice permanece 3,8 pontos abaixo da média histórica e 7,9 pontos abaixo do valor máximo observado na série, em setembro de 2010.

Para finalizar, a satisfação com a vida se elevou em todas as regiões do país. Os maiores aumentos foram verificados nas regiões Norte/Centro-Oeste e Sul, com incremento de 2,3 e 2,4 pontos. No Nordeste, a satisfação com a vida cresceu um ponto entre junho e setembro, e a região Sudeste foi a que a apresentou o menor crescimento, de 0,2 ponto.

(Redação – Investimentos e Notícias)