Temer diz que Banco Central tem "plena autonomia" para definir taxa de juros

Após repercussão no mercado financeiro da declaração do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, de que o presidente interino, Michel Temer, vê com “bons olhos” a redução da taxa básica de juros da economia (Selic), a Secretaria de Comunicação da Presidência da República divulgou uma declaração de Temer para esclarecer seu posicionamento sobre o assunto.

BC não deve alterar a taxa básica de juros, aponta ANEFAC

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), na reunião que acontecerá nos dias 19 e 20 de julho, deve manter inalterada a taxa básica de juros (SELIC) em 14,25%, segundo a opinião do Diretor Executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (ANEFAC), Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Dívidas de ISS deverão ser calculadas até o limite da Selic

Em defesa dos associados da cidade de São Paulo, em agosto passado, o SESCON-SP impetrou Mandado de Segurança a fim de garantir o direito de aplicação de juros em consonância ao utilizado para as correções dos créditos federais, ou seja, taxa Selic, no pagamento de débitos municipais.

 

Sindicatos criticam manutenção da taxa de juros

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical criticaram nesta quarta-feira (2) a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano. Segundo as centrais, a não redução da taxa pode deixar mais distante a recuperação da economia do país.

Manutenção da taxa Selic era esperada, mas inflação ainda preocupa, avalia FecomercioSP

Pela quinta vez consecutiva, o Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros no atual patamar, de 14,25% ao ano. Na análise da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), um conjunto de equívocos de política econômica colocou o País em uma verdadeira encruzilhada. Apesar da retração acentuada da atividade, a inflação segue elevada mesmo com o crédito em queda e os juros altos. Isso porque, sem um efetivo ajuste fiscal, a capacidade da política monetária de conter a alta de preços é cada vez mais limitada. Além disso, novas altas da taxa básica tenderiam a agravar o quadro fiscal, acelerando o crescimento da dívida pública.

Aumento da Selic vai agravar a recessão, diz presidente da ACSP

Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), vê com preocupação a possibilidade de aumento de juros após a próxima reunião do Copom, que tem início nesta terça-feira (19/1).

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