Manter juros altos inibe os investimentos, diz Força Sindical

O excesso do conservadorismo do Copom (Comitê de Política Monetária), que, novamente, manteve a taxa Selic em patamar elevado, reafirma que este governo presta um desserviço à classe trabalhadora e à sociedade brasileira ao apostar todas as suas fichas, mais uma vez, no fraco desempenho da economia.

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Manutenção da taxa Selic é acertada, diz Firjan

A Firjan considera acertada a decisão do Copom de manter a taxa básica de juros em 6,5% ao ano, uma vez que a taxa de desemprego segue em nível historicamente alto e ainda há elevada capacidade ociosa na economia brasileira. De fato, a atividade econômica segue abaixo de seu potencial e as expectativas de inflação se mantêm dentro da meta estabelecida.

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BC mantém selic em consonância com incertezas políticas, diz FecomercioSP

O Banco Central (BC) manteve, mais uma vez, a Taxa Selic em 6,5%. A taxa está nesse patamar desde o fim do ciclo de quedas em março. Essa medida está em consonância com as incertezas eleitorais, que começam a ser dissipadas neste mês, avalia a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). De acordo com a Entidade, entretanto, ainda é tudo muito recente e o Banco Central não tem condições de avaliar com precisão quais são os ditames da futura equipe econômica. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), agora projetado, se elevou um pouco acima da casa dos 4%, por conta do aumento do preço de alimentos em junho e julho, e depois pela pressão cambial mais recente.

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Juros elevados são um dos nós górdios da economia, diz Abit

Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), salienta que os juros reais brasileiros ainda estão muito altos, se comparados à média internacional, afetando a competitividade do País. Ele cita o ranking do site MoneYou e da Infinity Asset Management, no qual a taxa básica do País é a sétima maior do mundo apesar de estar no nível mais baixo já visto na nossa história recente.

BC indica que selic não deve cair mais neste governo, avalia FecomercioSP

O Banco Central (BC) manteve, mais uma vez, a Selic em 6,5% ao ano (a.a), confirmando que um novo ciclo de queda não deve ocorrer no curto prazo, conforme já projetado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). As expectativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2018 subiram de 3% para 4%, devido à paralisação dos caminhoneiros, que fez com que os preços dos alimentos disparassem em junho.


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