BC se mostra com suporte à moeda nacional, diz FecomercioSP

Após a manutenção da taxa Selic em 6,5%, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) afirma que o Banco Central tem se mostrado um órgão de suporte à moeda nacional, independente do governo federal, e aprova a decisão de manter o contexto geral das dinâmicas política e econômica do País.

 

Para ACSP, decisão do Banco Central é adequada

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) repercute a decisão do Copom de manter a taxa Selic em 6,5% a.a.

'A decisão é adequada para o momento porque a inflação ainda está um pouco acima do centro da meta, embora já em tendência de queda. Além disso, o ajuste fiscal - cuja espinha dorsal é a reforma da Previdência - ainda está incipiente. Então, a rigor, o cenário é praticamente o mesmo da reunião passada, ainda que haja uma perspectiva do mercado financeiro de que a Selic feche o ano em 5,75%', diz o economista da ACSP, Marcel Solimeo.

(Redação - Investimentos e Notícias)

ANBIMA reduz estimativa para a Selic para 5,75%

O Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) revisou, pela primeira vez neste ano, a projeção para a Selic. Nas últimas reuniões (em fevereiro, março e maio), a indicação era de que os juros encerrassem 2019 em 6,5%. Desta vez, as estimativas caíram para 5,75%: a trajetória teria início em setembro, com corte de 6,5% para 6%, com nova queda em outubro, para 5,75%, e estabilização até o fim do ano. Para 2020, a mediana dos juros também foi reduzida de 7% para 6,5%.

Expectativa de nova redução da Selic impacta rentabilidade dos títulos públicos

As rentabilidades dos títulos públicos federais foram impactadas em maio pelas apostas do mercado de uma nova redução da taxa Selic. De acordo com o Boletim de Renda Fixa da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o IMA-Geral, índice que reflete o retorno médio desses papéis, teve valorização de 1,84% no mês e de 5,78% no acumulado do ano.

Possível redução da Selic valoriza títulos públicos prefixados

As crescentes apostas do mercado de que a taxa Selic pode ter novos cortes, diante da falta de dinamismo da economia, refletiram no aumento dos preços dos títulos públicos prefixados (as LTN - Letras do Tesouro Nacional, e as NTN-F - Notas do Tesouro Nacional série F). Apenas nesta semana, o IRF-M, índice da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) que acompanha o desempenho médio desses papéis, teve valorização de 0,6%, o que representa aproximadamente 40% do crescimento mensal, que está em 1,63%.

 

BC mantém taxa selic em 6,50% ao ano

A atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita com as seguintes observações:

Indicadores recentes da atividade econômica apontam ritmo aquém do esperado. Não obstante, a economia brasileira segue em processo de recuperação gradual;

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