Copom acertou ao reduzir taxa Selic, afirma ACSP

Para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a decisão do Copom de cortar a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual foi acertada.

“A taxa de inflação segue bem abaixo da meta e o ritmo de crescimento da atividade econômica ainda está fraco, o que se justifica plenamente a decisão anunciada”, declara Marcel Solimeo, economista da ACSP".

(Redação - Investimentos e Notícias)

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BC acertou ao cortar Selic e pode fazer novos cortes, aponta ACSP

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) afirmou nesta quarta-feira, 18, que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acertou ao reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 p.p.. Segundo a ACSP o corte para 5,5% a.a. já era esperado e mostra que o Copom está preocupado com o nível de atividade econômica que enfraqueceu.

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Varejo brasileiro deverá crescer apenas 1,1% em 2019

O varejo restrito brasileiro deve apresentar crescimento de 1,1% em 2019 na comparação com o ano passado, projeta a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). 'É um resultado fraco e um indicativo de que a economia brasileira parou de se recuperar. Trata-se de um número bem inferior aos 2,3% de 2018 e aos 2,1% de 2017', avalia o economista da ACSP Marcel Solimeo.

Varejo perde fôlego e cresce apenas 1,6% no primeiro semestre

O movimento de vendas do varejo da capital paulista cresceu em média 1,6% no primeiro semestre deste ano frente ao mesmo período de 2018. O dado é do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Isoladamente, o sistema a prazo apresentou alta de 0,8%, enquanto que o sistema à vista expandiu 2,3%.

 

Para ACSP, decisão do Banco Central é adequada

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) repercute a decisão do Copom de manter a taxa Selic em 6,5% a.a.

'A decisão é adequada para o momento porque a inflação ainda está um pouco acima do centro da meta, embora já em tendência de queda. Além disso, o ajuste fiscal - cuja espinha dorsal é a reforma da Previdência - ainda está incipiente. Então, a rigor, o cenário é praticamente o mesmo da reunião passada, ainda que haja uma perspectiva do mercado financeiro de que a Selic feche o ano em 5,75%', diz o economista da ACSP, Marcel Solimeo.

(Redação - Investimentos e Notícias)

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