Média dos saldos diários da base monetária recua em março

A média dos saldos diários da base monetária situou-se em R$240,7 bilhões em março, com retração de 0,5% no mês, correspondente ao declínio de 1,2% no papel-moeda emitido e ao aumento de 3,3% nas reservas bancárias, segundo dados do Banco Central (BC). A expansão em doze meses alcançou 7,9%.

Crédito do sistema financeiro atingiu R$3.060 bilhões em março

O crédito total do sistema financeiro, incluindo as operações com recursos livres e direcionados, atingiu R$3.060 bilhões em março, após expansões de 1,2% no mês e de 11,2% em doze meses, ante variações respectivas de 0,4% e 11% em fevereiro, segundo dados do Banco Central (BC). A evolução mensal refletiu a recuperação sazonal da demanda de crédito pelas empresas, além do maior número de dias úteis em março. O saldo destinado a pessoas jurídicas alcançou R$1.622 bilhões, aumento mensal de 1,6%, enquanto a carteira relativa às pessoas físicas cresceu 0,8%, ao totalizar R$1.439 bilhões. A relação crédito/PIB atingiu 54,8%, em comparação a 54,4% em fevereiro e 52,2% em março do ano anterior.

Transações correntes apresentaram déficit de US$5,7 bilhões em março

Em março, as transações correntes apresentaram déficit de US$5,7 bilhões, acumulando, nos últimos doze meses, saldo negativo de US$101,6 bilhões, equivalente a 4,54% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central (BC). Na conta financeira, as captações líquidas superaram as concessões líquidas em US$5,2 bilhões, destacando-se o ingresso líquido de US$4,3 bilhões em investimento direto no país.

Dívida externa bruta totalizou US$347,8 bilhões em março

A posição da dívida externa bruta estimada para março totalizou US$347,8 bilhões, redução de US$728 milhões em relação à posição de dezembro de 2014, segundo dados do Banco Central (BC). A estimativa da dívida externa de longo prazo atingiu US$286 bilhões, redução de US$4,8 bilhões, enquanto o endividamento de curto prazo somou US$61,7 bilhões, elevação de US$4,1 bilhões no mesmo período.

HSBC lidera ranking de reclamações do Banco Central

O HSBC liderou o ranking de reclamações do Banco Central em março, segundo levantamento divulgado hoje (15) pelo Banco Central (BC). A segunda colocação ficou com o Bradesco, seguido pelo Santander. O BC levou em consideração as instituições financeiras com mais de dois milhões de clientes.

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