Custo médio da energia para a indústria sobe, aponta FIRJAN

Depois da entrada do sistema de bandeiras tarifárias autorizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) no início de janeiro, o custo médio da energia elétrica para a indústria brasileira subiu de R$ 360,85 por MWh para R$ 402,26 por MWh. O atual custo médio já inclui o reajuste de 0,9% da distribuidora Eletropaulo (SP), após autorização judicial referente a sua revisão tarifária de julho de 2014.

FIRJAN insiste na redução do gasto público para controle da inflação

O cenário para a política econômica é desafiador. A economia brasileira deve encerrar 2014 com crescimento do PIB próximo de zero e inflação muito perto do teto da meta estabelecida. Para 2015, as expectativas apontam para um crescimento do PIB inferior a 1% e inflação ainda mais elevada, em especial por conta da necessidade de correção dos preços administrados.

FIRJAN pede nova postura no campo fiscal para recuo efetivo da inflação

Para o Sistema FIRJAN Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), “A economia brasileira passa por um período de baixo crescimento, piora da inflação, erosão do quadro fiscal e aprofundamento do déficit externo. Em especial, é preocupante a trajetória futura de inflação, levando em conta a necessidade de correção dos preços administrados. No momento presente, já convivemos com inflação e juros elevados, a despeito da atividade fraca. Os desequilíbrios são inúmeros e o Sistema FIRJAN considera que a solução não passa por mais juros. Particularmente, é condição necessária uma nova postura no campo fiscal, com retorno à transparência e diminuição dos gastos públicos de natureza corrente, permitindo um recuo efetivo da inflação. Só assim voltaremos a ter um ambiente econômico mais saudável, com crescimento sustentável, inflação dentro da meta e juros em queda.”

 (Redação - Agência IN)

Redução dos gastos públicos é essencial para o recuo da inflação, diz Firjan

De acordo com a nota do Sistema Firjan divulgada nesta quarta-feira (3) , “o resultado negativo do PIB no segundo trimestre confirmou o quadro de baixo crescimento da economia brasileira retratado pelas pesquisas setoriais e pelos índices de confiança de empresários e consumidores. Apesar disso, ainda que os resultados para a inflação tenham sido mais favoráveis desde a última reunião do Copom, permanecem relevantes desafios quanto à sua trajetória, em especial no que diz respeito à correção dos preços administrados. Dessa forma, o Sistema FIRJAN insiste que uma política fiscal mais equilibrada, com redução dos gastos públicos de natureza corrente, é essencial para um recuo sustentável da inflação, de forma a abrir espaço para um processo de queda permanente da taxa de juros”.

(Redação - Agência IN)

Pesquisa do Sistema FIRJAN aponta confiança empresarial em baixa

O Índice de Confiança do Empresário Industrial Fluminense (ICEI-RJ) apontou a segunda retração consecutiva ao registrar 47,4 pontos no 2º trimestre de 2014. O indicador ficou abaixo de sua média histórica e do registrado no 1º trimestre do ano - 57,8 e 49,2 pontos, respectivamente. Já o índice para o Brasil fechou em 46,4 pontos, menor valor de toda a série histórica, refletindo a preocupação do empresário brasileiro com a conjuntura econômica. A pesquisa, divulgada pelo Sistema FIRJAN nesta quarta-feira, dia 23, varia de zero a cem e os valores abaixo de 50 pontos indicam pessimismo.

FIRJAN insiste na colaboração da política fiscal para controle da inflação

O quadro econômico atual caracteriza-se por recuo das expectativas de crescimento, tanto em 2014 como em 2015, com desaceleração do consumo das famílias, da geração de empregos, da produção industrial e da confiança de empresários e consumidores. Apesar desses desdobramentos, a dinâmica inflacionária continua desafiadora, em especial no que diz respeito à esperada descompressão dos preços administrados.

Por isso, o Sistema FIRJAN insiste que a colaboração da política fiscal, com redução dos gastos públicos de natureza corrente, é imprescindível para que a inflação arrefeça adiante, sem que sejam necessários ajustes adicionais na política monetária. Apenas dessa forma o País poderá alcançar a tão almejada combinação de crescimento econômico e inflação controlada.

(Redação - Agência IN)

Assinar este feed RSS