Dados do IBGE superam expectativas pessimistas da FecomercioSP

A taxa de crescimento do País deve se aproximar de zero já no terceiro trimestre deste ano. A tendência ficou evidenciada depois que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os últimos números do Produto Interno Bruto (PIB) nesta sexta-feira (29). O PIB encolheu 0,6% no segundo trimestre de 2014 em relação ao primeiro trimestre do ano e recuou 0,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2013. Em quatro trimestres, o resultado é positivo em 1,4%. No ano, o crescimento é de apenas 0,5%.
 

Em julho, IBGE prevê safra 2,6% maior que a de 2013

A sétima estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 193,2 milhões de toneladas, 2,6% superior à obtida em 2013 (188,2 milhões de toneladas), 0,3% maior na comparação com o levantamento de junho de 2014 (192,5 milhões de toneladas), divulgou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

 

Índice de Preços ao Produtor (IPP) de junho fica em -0,13%

Em junho de 2014, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou -0,13% em comparação com o mês anterior, resultado superior ao alcançado em maio (-0,26%). É a primeira vez na série em que houve quatro meses consecutivos de variações negativas de preços (-0,41% em abril e -0,21% em março). O acumulado em 2014 foi de 0,93% em junho, contra 1,06% em maio. Na comparação com o mesmo mês de 2013 (acumulado em 12 meses), os preços aumentaram 5,04% em junho, contra 6,56% em maio.

Taxa de Desocupação fica estável em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo

Regionalmente, em junho de 2014 a taxa de desocupação (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa, que é formada pelos contingentes de ocupados e desocupados) ficou estável em relação ao mês anterior em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, e apresentou queda de 1,0 ponto percentual (p.p.) em Recife. Em relação a junho de 2013, a taxa caiu 1,5 p.p em São Paulo e 2,1 p.p no Rio de Janeiro, mantendo-se estável em Recife e Belo Horizonte. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

IPCA-15 de julho fica em 0,17%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15)teve variação de 0,17% em julho e ficou 0,30 ponto percentual abaixo da taxa de 0,47% de junho. Com isto, o acumulado no ano foi para 4,17% e ficou acima do resultado de 3,52% do mesmo de período de 2013. Nos últimos 12 meses, o IPCA-15 situou-se em 6,51%, acima dos 12 meses imediatamente anteriores (6,41%). Em julho de 2013, a taxa havia sido 0,07%. Os dados foram divulgados nesta teça-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Receita dos serviços cresce 6,6% em maio, revela IBGE

Em maio, o setor de serviços registrou crescimento nominal de 6,6% na comparação com igual mês do ano anterior, a segunda menor da série da variação mês/Igual mês do ano anterior dos últimos 12 meses, superior à taxa observada em abril (6,2%) e inferior à de março (6,8%). Os serviços prestados às famílias cresceram 11,6%, os serviços de informação e comunicação, 4,5%, os serviços profissionais, administrativos e complementares, 7,8%, transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, 7,5%, e outros serviços, 5,6%. No ano, a receita dos serviços acumula alta de 7,7%, a menor desde março de 2013 (7,6%). Em 12 meses, o crescimento foi de 8,2%.

IBGE prevê safra 2,3% maior que a de 2013

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta quarta-feira, 09, que a sexta estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 192,5 milhões de toneladas, superior 2,3% à obtida em 2013 (188,2 milhões de toneladas), maior 0,1% na comparação com o levantamento de maio de 2014. 

Produção industrial recua em maio, revela IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou nesta quarta-feira, 02, que em maio, a produção industrial recuou 0,6% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, terceira taxa negativa seguida nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 1,6%. 

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