Faturamento do setor de serviços na capital paulista atinge R$ 35,2 bi

O setor de serviços na cidade de São Paulo registrou faturamento real de R$ 35,2 bilhões em junho, a maior cifra já registrada para o mês desde o início da série histórica, em 2010. Houve crescimento de 7,3% em relação ao mesmo período de 2019, o que representa um acréscimo de R$ 2,4 bilhões nas receitas do setor. Contudo, segundo a FecomercioSP, a variação acumulada do ano ainda é negativa, com queda de 4,2%, o que significa um faturamento R$ 8,4 bilhões inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, atingindo a terceira queda consecutiva neste comparativo.

  • Publicado em Economia

Volume dos serviços cresce 2,6% em julho, mostra IBGE

Em julho de 2020, o volume de serviços no Brasil cresceu 2,6% frente a junho, na série com ajuste sazonal, segunda taxa positiva seguida, acumulando um ganho de 7,9%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado, contudo, sucede uma sequência de quatro taxas negativas (entre fevereiro e maio deste ano), período em que acumulou uma perda de 19,8%.

  • Publicado em Economia

Setor de serviços se contrai novamente em agosto

O setor de serviços do Brasil se contraiu em agosto, já que a pandemia do coronavírus de 2019 (COVID-19) continuou a pesar sobre o setor, segundo dados do Markit Economics. Contudo, a taxa de declínio foi apenas modesta, com o volume de novos trabalhos voltando a crescer em meio a relatos de uma retomada estável da atividade de mercado.

  • Publicado em Economia

Confiança de serviços avança em agosto

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, avançou 6,0 pontos em agosto, para 85,0 pontos. Após quatro meses de altas consecutivas, o índice ainda segue abaixo do nível pré-pandemia, dado que em fevereiro o índice estava em 94,4 pontos. Em termos de médias móveis trimestrais, o índice subiu 8,2 pontos.

Volume dos serviços cresce 5,0% em junho

Em junho de 2020, o volume de serviços no Brasil cresceu 5,0% frente a maio, na série com ajuste sazonal, após quatro meses de taxas negativas seguidas, quando acumulou perda de 19,5%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na série sem ajuste sazonal, no confronto com junho de 2019, o volume de serviços recuou 12,1% em junho de 2020, quarta taxa negativa. No acumulado do ano, o volume de serviços caiu 8,3% frente a igual período de 2019. O acumulado nos últimos doze meses (-3,3%) teve o resultado negativo mais intenso desde novembro de 2017 (-3,4%).

Atividade do setor de serviços se contrai em julho

O setor brasileiro de serviços permaneceu preso numa profunda recessão em julho, já que a pandemia do coronavírus de 2019 (COVID-19) continuou a pesar fortemente na demanda e na atividade do mercado, segundo dados do Markit Economics. Os volumes de novos trabalhos e de atividade de negócios caíram acentuadamente, com a carência de negócios levando as empresas a reduzirem novamente o número de funcionários ao longo do mês.

Confiança de serviços avançou 7,3 pontos em julho

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, avançou 7,3 pontos em julho, para 79,0 pontos. Após três altas consecutivas, o índice recompôs cerca de 62% das perdas sofridas nos primeiros quatro meses desse ano.

Setor de serviços recua 0,9% em maio

Em maio de 2020, o setor de serviços caiu 0,9% frente a abril, na série com ajuste sazonal, ainda sob efeito da pandemia de Covid-19, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a quarta taxa negativa seguida, período em que acumulou perdas de 19,7%. Na série sem ajuste, em relação a maio de 2019, o volume de serviços recuou 19,5%, a terceira taxa negativa consecutiva e a queda mais intensa desde o início da série histórica, em janeiro de 2012. No acumulado no ano, o setor ficou em -7,6% e, nos últimos 12 meses, recuou 2,7%.

Assinar este feed RSS