APAS crê que redução da Selic será benéfica aos supermercados no médio prazo

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) avalia como acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em reduzir os juros básicos da economia, a taxa Selic, em 6% ao ano, após 16 meses do último corte. A decisão do Banco Central do Brasil sinaliza o comprometimento com o Ministério da Economia em sua política de medidas para a retomada da economia e geração de empregos.

FecomercioSP considera positiva redução da Selic para 6%

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia como positiva a decisão do Banco Central (BC) em reduzir a taxa de juros de 6,5% para 6% e retomar o ciclo de queda da Selic – que havia sido interrompido em março de 2018.

Corte da Selic favorece redução de juros para financiamento e crédito com garantia imobiliária

O Banco Central (BC) acaba de reduzir a taxa Selic de 6,50% ao ano para 6% a.a., corte de 0,5 ponto percentual, atingindo nova mínima histórica. De acordo com a Credihome, plataforma online de soluções de crédito para compradores e proprietários de imóveis, a decisão do BC foi acertada e favorece a queda dos juros praticados no Brasil, beneficiando os consumidores que buscam por modalidades de crédito como financiamento imobiliário e crédito com garantia imobiliária.

Como continuar na renda fixa com queda da Selic?

Desde março de 2018 a taxa Selicc marca 6,5% ao ano, menor taxa desde sua criação, o que tem preocupado muitos investidores de renda fixa. Por isso, em casos mais conservadores é necessário entender e procurar outras opções, tão seguras quanto o Tesouro Selic, por exemplo, para que ainda seja possível rentabilizar sem correr grandes riscos. Portanto, outras alternativas, como ativos indexados à inflação, precisam ser considerados pelos investidores, para que ainda seja possível se manter na renda fixa.

Taxa Selic poderia ter sido reduzida, diz Firjan

A economia brasileira segue com elevada ociosidade nos fatores de produção e, com isso, a atividade econômica segue abaixo do seu potencial, sem pressionar a inflação e suas expectativas. Nesse cenário, e diante das sucessivas reduções das expectativas de crescimento para o ano, a Firjan entende que havia espaço para o Copom reduzir a taxa básica de juros, estimulando a atividade econômica sem comprometer a meta de inflação.

 

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