40% dos que tiveram nome sujo atribuem negativação ao desemprego, mostra SPC Brasil

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores negativados, ou que estiveram nesta situação nos últimos 12 meses, investigou quais são as dívidas em atraso e o que essas pessoas estão fazendo para negociar a dívida e recuperar o crédito. Os dados mostram que quatro em cada dez inadimplentes e ex-inadimplentes (38%) tiveram o nome sujo devido ao desemprego. Outros motivos citados foram diminuição de renda (31%), empréstimo de nome para terceiros (17%) e salário atrasado não pago (10%). O valor médio da dívida de quem está ou esteve com o nome sujo é de 2.918,09 reais, sendo maior entre os homens (3.536,22 reais) e entre as pessoas das classes A e B (3.857,42 reais).

O que fazer se seu nome for negativado indevidamente?

Alguns consumidores podem se deparar com um problema bastante desagradável: a inclusão do nome no cadastro de inadimplentes de maneira indevida. Muitas vezes, o consumidor sequer comprou ou negociou com os fornecedores que solicitaram a inscrição. Nesses casos, segundo a advogada Gabriela Guerra, do escritório Porto, Guerra & Bitetti “a empresa ou pessoa que solicitou a inclusão do consumidor será responsabilizada por danos morais e danos materiais”.

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