Construção de novas casas avança em maio nos EUA

O número de construções iniciadas nos Estados Unidos aumentou em maio, na comparação com o mês anterior, para 1,350 mil casas, segundo informações divulgadas hoje pelo Departamento do Comércio de País. O resultado veio acima do que o esperado pelo mercado, que estimava expansão para 1,310 mil casas.

Em maio, aluguel residencial registra variação negativa em SP

Elaborada mensalmente pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a Pesquisa de Locação Residencial aponta variação negativa de 1,50% no período de 12 meses (junho de 2017 a maio de 2018). O percentual ficou abaixo do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) da Fundação Getúlio Vargas, que apresentou em maio variação de 4,26% no acumulado de 12 meses.

1.802 unidades residenciais foram comercializadas em abril

A Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), apurou a comercialização de 1.802 unidades residenciais novas no mês de abril – resultado 31% inferior ao do mês de março (2.613 unidades vendidas), mas 48,7% superior a abril de 2017, quando foram comercializadas 1.212 unidades.

Juros de financiamento de imóveis para junho é 12,0000%

O Banco Central (BC) divulgou na quarta-feira (30) o limite máximo de taxa de juros para utilização em contratos de financiamento prefixados dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). De acordo com a nota, o percentual referente à remuneração básica dos depósitos de poupança, para vigência em junho de 2018, é de 0,0000% a.a..

Aluguel residencial pelo IGP-M pode ser reajustado em 4,26% em junho

O contrato de aluguel residencial em andamento, com aniversário em junho e correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), poderá sofrer atualização de 4,26% no seu valor. Esse é o percentual do IGP-M acumulado nos últimos 12 meses (junho de 2017 a maio de 2018). Em maio, a variação foi de 1,38%.

Preço de venda e locação dos imóveis comerciais têm nova queda

O Índice FipeZap Comercial – que acompanha o preço médio de conjuntos e salas comerciais de até 200 m² em 4 municípios brasileiros – registrou queda no preço médio de venda (-0,24%) e de locação (-0,31%) em abril de 2018. A inflação mensal foi de 0,22% (IPCA/IBGE).
No acumulado do ano, a variação no preço médio de venda, embora positiva (0,46%), manteve-se abaixo da inflação acumulada nos primeiros 4 meses do ano segundo o IPCA/IBGE (0,92%). São Paulo (0,72%) e Rio de Janeiro (+0,97%) apresentaram alta no preço de venda, enquanto Belo Horizonte (-0,96%) e Porto Alegre (-0,56%) acumulam queda. No mesmo período, o preço médio de locação de imóveis comerciais recua 1,07%, sendo influenciado pela queda do preço de locação comercial no Rio de Janeiro (-2,83%), em Belo Horizonte (-2.02) e em Porto Alegre (-0,65%). O preço de locação comercial em São Paulo, por sua vez, acumula alta de 0,37%.
Análise dos últimos 12 meses: nesse horizonte, o Índice FipeZap Comercial registra queda nominal de 2,05% e 3,85%, respectivamente, nos preços de venda e locação de conjuntos e salas comerciais. Comparativamente, a inflação acumula alta de 2,76% no período (IPCA/IBGE).
Retorno do investimento e benchmark: o investimento em imóveis comerciais tem oferecido um retorno médio inferior ao CDI* desde 2014 – diferencial que se acentuou a partir de 2015. Nos últimos 12 meses, o CDI apresentou uma rentabilidade média de 8,1%, enquanto os imóveis comerciais garantiram um retorno médio de 2,3% - percentual que inclui a renda média do aluguel e a valorização dos ativos.
Preço médio de venda e locação comercial: em abril de 2018, o valor médio do m2 anunciado nos municípios monitorados foi de R$ 9.679 no caso de imóveis comerciais à venda, e R$ 39,96, no caso de imóveis para locação. Rio de Janeiro se manteve no topo do ranking de venda, com o preço mais caro por m2 (R$ 10.632/m2), enquanto São Paulo permanece com o maior preço médio de locação (R$ 43,38/m2), além de oferecer a maior taxa de rentabilidade do aluguel comercial entre as cidades monitoradas, com retorno anualizado de 5,4%.

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