Com Selic, poupança pode ser mais interessante do que fundos de renda fixa

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgará nesta quarta-feira (31), a nova taxa base de juros brasileira (Selic). Para o Professor de Cenários Econômicos e Macroeconomia dos cursos de MBA da Faculdade Fipecafi, Silvio Paixão, o Copom pode ter por base decisória, para definir a nova taxa básica de juros, ao menos três opções, sendo a primeira a conservadora, onde é possível que diminuam a taxa Selic - meta marginalmente para 6,25% a.a. A segunda opção, a discreta, que poderá estabelecer uma redução entre 6% a.a e 5,75% a.a, e a terceira e última opção, a diligente, onde podem implementar uma taxa Selic - meta entre 5,50% a.a. e 5% a.a.

B3 recebe 1º ETF de renda fixa indexado à inflação do Brasil

A B3 passa a negociar, a partir de hoje, o primeiro ETF de Renda Fixa indexado à inflação do Brasil, o IMAB11 (ticker de negociação). O produto foi desenvolvido pelo Itaú Asset Management, apoiado pelo Tesouro Nacional, com a colaboração do Banco Mundial e viabilizado pela plataforma de negociação da B3.

Renda fixa lidera captação dos fundos em janeiro

A categoria de renda fixa lidera a captação líquida dos fundos de investimento em janeiro, com R$ 6,1 bilhões. O volume representa mais da metade do total de ingressos líquidos da indústria no período (59%), que foi de R$ 10,3 bilhões, de acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado significa queda de 44,9% na renda fixa (R$ 13,6 bilhões) e de 34,6% no consolidado dos fundos (R$ 29,8 bilhões).

Títulos de renda fixa de longo prazo têm os maiores ganhos em 2018

Os títulos públicos de longo prazo proporcionaram aos investidores as melhores rentabilidades de 2018. De acordo com o Boletim de Renda Fixa da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os indicadores do IMA (Índice de Mercado ANBIMA) que refletem títulos com vencimentos maiores se destacaram no ano: é o caso do IMA-B5+, que acompanha carteiras de NTN-Bs com vencimentos acima de cinco anos, que teve retorno de 15,4%; e do IRF-M1+, que indica a variação dos títulos prefixados com prazos acima de um ano, com 12,3%. O IMA Geral, que reproduz a variação média dos papéis públicos em mercado, acumulou em 2018 retorno de 10%, contra 12,8% em 2017.

 

Renda fixa corresponde a 89% das emissões no mercado de capitais

As ofertas de renda fixa dominaram o mercado de capitais brasileiro em 2018: do total de R$ 223,7 bilhões em emissões no ano, R$ 199,6 bilhões foram nessa modalidade (participação de 89%). De acordo com os dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), as demais captações do período, em renda variável e em fundos imobiliários, representaram 5% e 6% do montante, respectivamente.

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