Bancos de montadoras oferecem as melhores taxas de juros, diz ANEF

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Bancos de montadoras oferecem as melhores taxas de juros, diz ANEF (Foto: Divulgação) Bancos de montadoras oferecem as melhores taxas de juros, diz ANEF

As associadas da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF) estão praticando taxas médias mensais de juros 0,34% menores que os bancos de varejo. Em julho, e média foi de 1,41%, repetindo os valores de maio e junho. A taxa média anual também foi mantida, em 18,30%. As taxas praticadas pelos bancos de varejo para financiamento de veículos atingiram a média de 1,75% a.m. e 23,1% a.a., no CDC para pessoa física. No CDC para pessoa jurídica, a taxa média informada pelo Banco Central foi de 1,50% a.m. e 19,5% a.a. A taxa Selic manteve-se em 0,87% a.m. e 11% a.a. O mais recente balanço do BACEN, referente a agosto, mostra que entre as 10 melhores taxas de juros para aquisição de novos veículos, sete provêm de bancos de montadoras.

“Com os subsídios promovidos pelas montadoras, os bancos associados podem oferecer melhores taxas, realizar promoções mais interessantes e atrair novos clientes”, afirma Décio Carbonari, presidente da ANEF.

Nos sete primeiros meses do ano, o total de recursos liberados para aquisição de veículos foi de R$ 64,8 bilhões, um aumento de 0,8% sobre o mesmo período de 2013. A tendência de recursos liberados para financiamento de veículos é de baixa. Em julho, foram concedidos R$ 9,1 bilhões, 5,8% menos do que no mesmo mês do ano passado, com R$ 9,6 bilhões. Comparado a junho, houve elevação de 6,1%.

Durante os sete primeiros meses do ano, a inadimplência acima de 90 dias no CDC para pessoa física voltou a recuar. A queda foi de 0,4 ponto percentual, fechando julho em 4,8%, contra 4,9% do mês anterior. O índice de atrasos em menos de 90 dias também caiu 0,4 p.p. em relação ao mês anterior, registrando 7,7% em julho.

O saldo das carteiras de financiamentos para aquisição de veículos (CDC + Leasing PF e PJ) apresentou retração de 1% entre junho, com R$ 217,1 bilhões, e julho, R$ 214 bilhões.

Nos primeiros sete meses do ano, os planos máximos disponibilizados pelos bancos aos consumidores seguiram em 60 meses. No entanto, o prazo médio no final do período foi de 42 meses.

(Redação – Agência IN)