Base monetária tem saldo diário de R$231,8 bilhões em setembro

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Base monetária tem saldo diário de R$231,8 bilhões em setembro (Foto: Divulgação) Base monetária tem saldo diário de R$231,8 bilhões em setembro

A média dos saldos diários da base monetária atingiu R$231,8 bilhões em setembro, refletindo crescimento de 2,4% no mês, correspondente às elevações de 2,5% no papel-moeda emitido e de 2,2% nas reservas bancárias, segundo dados do Banco Central (BC). Em doze meses, a base monetária cresceu 7,8%.

Os fluxos mensais dos fatores condicionantes da emissão monetária foram expansionistas em R$18,6 bilhões nas operações do Tesouro Nacional, em R$18,4 bilhões nos ajustes nas operações com derivativos e em R$19,3 bilhões nos depósitos de instituições financeiras, os quais incluem os recolhimentos compulsórios. Esses impactos foram parcialmente neutralizados pelas operações com títulos públicos federais, contracionistas em R$48,1 bilhões, que refletiram vendas líquidas de R$65 bilhões no mercado secundário e resgates líquidos de R$16,9 bilhões no mercado primário.

O saldo médio diário dos meios de pagamento restritos (M1) alcançou R$315,8 bilhões em setembro, com aumento mensal de 3,1%, resultante dos acréscimos de 3,3% no papel-moeda em poder do público e de 2,8% nos depósitos à vista. A expansão acumulada do M1 em doze meses situou-se em 4,1%.

O saldo dos meios de pagamento no conceito M2, que compreende o M1 mais depósitos de poupança e títulos privados variou 0,4% em setembro, totalizando R$2,1 trilhões. A poupança registrou captação líquida de R$1,4 bilhão, elevando o saldo dos depósitos a R$643,4 bilhões, com crescimento de 0,4% em relação a agosto. O saldo dos títulos privados, no entanto, cresceu 0,1% no período, somando R$1,1 trilhão, influenciado por resgates líquidos de R$6,1 bilhões em depósitos a prazo.

O conceito M3, que compreende o M2, as quotas de fundos de renda fixa e os títulos públicos que lastreiam as operações compromissadas entre o público e o setor financeiro, cresceu 0,7% no mês, totalizando R$4,2 trilhões, ao refletir crescimento de 0,9% no saldo das quotas de fundos de renda fixa, que somaram R$1,9 trilhão. O M4, conceito que compreende o M3 e os títulos públicos de detentores não financeiros, registrou elevação de 0,5% no mês e 11,9% nos últimos doze meses, atingindo o montante de R$4,9 trilhões.

(Redação – Agência IN)