Consumo de energia do Grupo Energisa cresce em outubro

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Consumo de energia do Grupo Energisa cresce em outubro (Foto: Divulgação) Consumo de energia do Grupo Energisa cresce em outubro

Com avanços expressivos em todas as classes, o consumo consolidado de energia elétrica (2.594,3 GWh) do Grupo Energisa apresentou, em outubro de 2017, aumento de 9,0% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Considerando o fornecimento não faturado, o volume registrado foi de 2.667,3 GWh, aumento de 6,3% na mesma base de comparação.

As classes residencial e industrial foram as principais responsáveis pelo desempenho no mês. A classe residencial (+10,0%) registrou expressivas variações no consumo nas maiores áreas de concessão do Grupo: ETO (+17,1%), ESS (+15,0%), EMS (+14,3%), EMT (+12,1%), influenciadas pelas elevadas temperaturas. A classe industrial registrou o maior crescimento do ano, +8,5%, com destaque na ETO (+37,8%, favorecida pela indústria cimenteira e do segmento de produtos químicos) e EMT (+15,5%, com incremento no consumo de clientes esmagadores de grãos). A classe comercial deu sequência à trajetória de aumentos no consumo desde abril, com avanço de 6,9%.

Entre as concessões, destacam-se as da região CentroOeste e da região Norte. As vendas na ETO, com aumento de 17,5%, foram puxadas, pelas elevadas temperaturas na região. A capital, Palmas, registrou em outubro a temperatura mais quente dos últimos 24 anos, com máximas atingindo 41,3ºC, influenciando o consumo das classes residencial (+17,1%) e comercial (+6,3%). O consumo da classe rural cresceu +25,3%, dado o prolongamento do período de seca que impulsionou o bombeamento de água e irrigação.

Na EMT, o consumo cativo e livre aumentou 13,0%, o melhor desempenho no ano. Todas as classes apresentaram avanços acima de 5,0%: rural (+26,9%), industrial (+15,5%), residencial (+12,1%) e comercial (+7,0%), essas duas últimas influenciadas pelas temperaturas elevadas, especialmente em Cuiabá, onde foram observados treze dias com máximas acima dos 38ºC, onze dias a mais em relação a outubro de 2016.

Na EMS, o consumo cresceu 10,9%, destacando-se as classes residencial (+14,3%), comercial (+12,7%), influenciadas por efeitos climáticos, e rural (+8,3%). O consumo da classe industrial total na EMS cresceu 3,7%.

Por outro lado, as distribuidoras do Nordeste (“ESE”, “EPB” e “EBO”) apresentaram leve aumento de 0,7% no consumo em outubro, ainda sob a influência das intensas chuvas que têm ocorrido na região nos últimos meses e das temperaturas mais amenas. Na ESE (- 1,1%), o município de Aracaju teve o outubro mais chuvoso dos últimos seis anos e os altos índices pluviométricos reduziram o consumo de clientes irrigantes.

(Redação – Investimentos e Notícias)