Dívida mobiliária federal totalizou R$2.075,1 bilhões em agosto

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Dívida mobiliária federal totalizou R$2.075,1 bilhões em agosto (Foto: Divulgação) Dívida mobiliária federal totalizou R$2.075,1 bilhões em agosto

A dívida mobiliária federal interna fora do Banco Central, avaliada pela posição de carteira, totalizou R$2.075,1 bilhões (41,1% do PIB) em agosto, registrando decréscimo de R$6,9 bilhões em relação ao mês anterior. O resultado refletiu resgates líquidos de R$22,4 bilhões, decréscimo de R$0,1 bilhão em razão da apreciação cambial e incorporação de juros de R$15,6 bilhões.

Destacaram-se os resgates líquidos de R$53,4 bilhões em NTN-B; e as emissões de R$22 bilhões em LTN, de R$6,1 bilhões em NTN-F e de R$3,4 bilhões em LFT.

A participação por indexador registrou a seguinte evolução, em relação a julho: a porcentagem dos títulos indexados a câmbio permaneceu em 0,4%; a dos títulos vinculados à taxa Selic passou de 15,2% para 15,3%, em razão das emissões de LFT; a dos títulos prefixados elevou-se de 30,2% para 31%, pelas emissões líquidas de LTN e NTN-F; e a dos indexados aos índices de preços reduziu-se de 29,1% para 26,9%, em decorrência dos resgates líquidos de NTN-B. A participação das operações compromissadas aumentou de 24,8% para 26,1%, apresentando vendas líquidas de R$40,8 bilhões.

Em agosto, a estrutura de vencimento da dívida mobiliária em mercado era a seguinte: R$134,9 bilhões, 6,5% do total, com vencimento em 2014; R$413,3 bilhões, 19,9% do total, com vencimento em 2015; e R$1.526,9 bilhões, 73,6% do total, vencendo a partir de janeiro de 2016.

No final de agosto a exposição total líquida nas operações de swap cambial alcançou R$209,1 bilhões. O resultado dessas operações (diferença entre a rentabilidade do DI e a variação cambial mais cupom) foi favorável ao Banco Central em R$2,5 bilhões.

(Redação – Agência IN)