IFECAP recua em 1,5% no mês de outubro

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IFECAP recua em 1,5% no mês de outubro (Foto: Divulgação) IFECAP recua em 1,5% no mês de outubro

O Índice FECAP de Expectativas nos Negócios (IFECAP) registrou, em outubro, 105,14 pontos, na série com ajuste sazonal. O que representa um recuo de 1,5% em comparação a setembro. O Índice FECAP de Expectativas nos Negócios é composto pela média ponderada dos índices Momento Atual dos Negócios, que, neste mês, retrocedeu em 2,4% e, o Índice Futuro, que apresentou uma queda de 0,6%.

A percepção dos empresários do comércio em relação ao presente, captada pelo Índice Momento atual dos negócios, permanece abaixo dos 100 pontos (91,64). A pesquisa do Índice Momento Atual dos Negócios, mostrou uma percepção inferior do empresariado na comparação com mês anterior, influenciado pelo Índice Momento Atual das Encomendas que revelou uma queda de 5,9%, o Momento Atual-Situação dos Negócios também identificou uma retração de 1%, já o Índice Momento Atual das Vendas sofreu redução de apenas 0,5%.

As expectativas para o próximo trimestre, captadas pelo Índice Futuro, registraram leve baixa de 0,62%. Mas isso não representa pessimismo, pois permanece acima de 100 pontos (125,38). “O que nos leva a crer em frustração de expectativas, no passado recente o empresariado acreditou em melhoras significativas nos resultados que não se realizaram. Os resultados atuais sugerem a continuidade da reavaliação nas expectativas futuras”, diz explica o professor de Economia Erivaldo Costa Vieira, Coordenador do NECON – Núcleo de Conjuntura Econômica da FECAP.

O Índice Futuro Encomendas apresentou uma queda de 3,8% e o Índice Futuro de Vendas revelou alta de 2,8%. Em médias móveis trimestrais, o índice detectou uma retração de 1,4%, um resultado próximo ao ajustado sazonalmente.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, sem ajuste sazonal, o IFECAP de outubro é 15,6% superior ao resultado obtido em 2016. O Índice Momento Atual também é maior; 17,1%, e o Índice Futuro; 13,9%. É importante notar o declínio nesta diferença ao longo dos meses.

Por porte de empresas, apenas as microempresas revelaram melhora nas expectativas. As demais pesquisadas registram redução nas perspectivas, na comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal.

Em termos regionais, o empresariado localizado no interior do estado manteve a percepção de confiança praticamente estável (-0,3%), enquanto que a capital apresentou uma queda 10,2%.

(Redação – Investimentos e Notícias)