Índice Nacional da Construção Civil varia 0,23% em agosto

Destaque Índice Nacional da Construção Civil varia 0,23% em agosto (Foto: Divulgação) Índice Nacional da Construção Civil varia 0,23% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI) apresentou variação de 0,23% em agosto, ficando 0,35 ponto percentual abaixo dos 0,58% do mês de julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os últimos doze meses ficaram em 4,24%, resultado estável em relação aos doze meses imediatamente anteriores, quando a taxa foi de 4,25%. Em agosto de 2016 o índice foi 0,24%.

O custo nacional da construção por metro quadrado, que em julho havia fechado em R$ 1.052,75, subiu para R$ 1.055,18 em agosto, sendo R$ 537,12 relativos aos materiais e R$ 518,06 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou queda no mês de agosto (-0,12%), o mesmo aconteceu em agosto do ano anterior quando a taxa dos materiais foi de -0,03%. Em relação ao mês anterior, a parcela dos materiais mostrou redução de 0,40%, frente a taxa positiva do mês de julho, 0,28%. Já a parcela da mão de obra, apresentou variação de 0,60%, taxa inferior à do mês anterior, 0,90%.

Os acumulados no ano são 1,12% (materiais) e 4,44% (mão de obra), sendo que em doze meses ficaram em 1,77% (materiais) e 6,98% (mão de obra).

A maior variação regional em agosto (0,56%) foi observada na Região Nordeste, devido à alta na parcela dos materiais em seis estados nordestinos e à variação captada na mão de obra no Ceará, em função do reajuste salarial de acordo coletivo.

Já a região Norte apresentou queda (-0,03%) pelo segundo mês consecutivo em agosto, após a taxa negativa (-0,18%) de julho. A parcela de materiais foi negativa no Amazonas (-0,22%), em Roraima (-0,68%) e no Pará (- 0,47%).

Nas demais regiões os resultados foram: 0,05% (Sudeste), 0,10% (Sul) e 0,41% (Centro-Oeste).
Os custos regionais, por metro quadrado foram: R$ 1.052,73 (Norte); R$ 978,98 (Nordeste); R$ 1.103,71 (Sudeste); R$ 1.098,62 (Sul) e R$ 1.058,04 (Centro-Oeste).

O Ceará foi o estado com a mais elevada variação mensal (2,77%). O resultado é decorrente tanto da parcela da mão de obra (2,12%), consequência de reajustes salariais por acordo coletivo, como da parcela dos materiais (3,30%).

(Redação – Agência IN)