Mercedes-Benz aumenta em 73% as vendas de vans de passageiros

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Mercedes-Benz aumenta em 73% as vendas de vans de passageiros (Foto: Divulgação) Mercedes-Benz aumenta em 73% as vendas de vans de passageiros

A Mercedes-Benz se destacou nas vendas de vans com a linha Sprinter no início do ano. Na categoria de Comerciais Leves (3,5 a 5 toneladas de PBT), a marca saltou de 42% de participação de mercado em janeiro de 2017 para 67% este ano, com 300 unidades emplacadas. Isso representa um crescimento de 73% na comercialização dos modelos para o transporte de passageiro.

“As aplicações que puxaram as vendas foram fretamento e turismo, quando a marca realizou grandes negócios, se posicionando bem a frente do segundo colocado, com 48 pontos percentuais a mais em participação”, diz Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Vans da Mercedes-Benz do Brasil. “Os estados de São Paulo e Minas Gerais, além do Distrito Federal, foram os principais compradores de vans de passageiro Sprinter em janeiro. ”

Comerciais leves

Com o emplacamento de 572 unidades em janeiro de 2018, considerando todos os modelos de vans, furgões e chassi com cabina, a marca alcançou um crescimento de 54% em relação a idêntico período do ano passado no segmento de 3,5 a 5 toneladas de PBT (Peso Bruto Total), enquanto o mercado como um todo teve aumento de 20%. “Este resultado é muito expressivo, por tratar-se de uma categoria extremamente competitiva”, afirma Jefferson.

A linha Sprinter comercializada no Brasil tem atendido a expectativa dos nossos clientes pela tecnologia, segurança, conforto e rentabilidade que oferece nas mais variadas operações do transporte.

Com 60 versões, a família de veículos comerciais leves da Mercedes-Benz é formada pelos modelos 313 CDI Street (Peso Bruto Total - PBT de 3,50 ton), 415 CDI (PBT de 3,88 ton) e 515 CDI (PBT de 5 ton), que são indicados para empresas de transporte, profissionais autônomos e empreendedores.

“Em 2018, esperamos também um bom desempenho de vendas com a Sprinter furgão e chassi com cabina motivado pelo aumento de demanda do e-commerce, varejo e licitações na área de atendimento da saúde”, ressalta o executivo.

(Redação – Investimentos e Notícias)