Novo aumento gás de cozinha entra vigor em setembro

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Novo aumento gás de cozinha entra vigor em setembro (Foto: Divulgação) Novo aumento gás de cozinha entra vigor em setembro

Revendas de GLP, já estão sendo comunicadas pelas suas Companhias Distribuidoras, do novo aumento do gás de cozinha que entrará em vigor no início de setembro.

O aumento anunciado pelas Distribuidoras, esta em média de 10%, e refere a ajustes de custos operacionais bem como aos dissídios coletivos que ocorrem regularmente no mês de setembro.

A ASMIRG-BR alerta ao setor revenda que, além do aumento no seu preço de compra, as revendas também sofrerão com o aumento do custo referente aos acordos coletivos que ocorrem em setembro.

Novo preço venda do gás = novo preço de compra do gás com aumento + aumento de custos relativos aos novos salários das categorias+ sua margem de lucro.

Como cada revenda tem um custo operacional especifico, orientamos a todos que refaçam sua analise do impacto deste aumento e de seus custos. Para este calculo, a ASMIRG disponibiliza planilha de avaliação de custos em www.asmirg.com.br/legislacao/ .

A ASMIRG-BR destaca que, o preço do GLP na Petrobrás sem impostos de um botijão de 13 Kg, está na casa dos R$ 13,00, e que a Petrobras mantém seu preço praticamente constante a mais de uma década. E este cenário tende a se agravar com a possível já anunciada venda da Liquigás para empresas do setor.

O risco de um monopólio em nosso setor é real e já denunciado por esta associação junto ao Gabinete da Presidência da República, CADE, TCU, CME e MME. Porém, observamos que o processo de venda corre como se estivéssemos vendendo um mero patrimônio, ignorando a relevância e a função da Liquigás no mercado nacional como empresa balizadora de mercado.

O procurador regional da República João Akira Omoto destacou: “Chegou a hora de o Poder Judiciário definir se a Petrobras seguirá adotando as mesmas práticas nas suas transações comerciais de venda de ativos, ou seja, sem licitação, negócios sigilosos, com suspeitas de preços subfaturados, com fortes suspeitas de ilegalidades, a serem posteriormente investigadas, tal como está acontecendo com a Operação Lava Jato, gerando prejuízos bilionários, não só à própria empresa, como para a União e para toda a sociedade.”

(Redação – Agência IN)