Primeira semana de agosto tem superávit de US$ 350 milhões

Destaque Primeira semana de agosto tem superávit de US$ 350 milhões (Foto: Divulgação) Primeira semana de agosto tem superávit de US$ 350 milhões

Com quatro dias úteis, a primeira semana de agosto teve superávit de US$ 350 milhões, resultado de exportações de US$ 3,027 bilhões e importações de US$ 2,677 bilhões, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No ano, as vendas externas chegam a US$ 129,498 bilhões e as compras a US$ 86,638 bilhões, com saldo positivo de US$ 42,860 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana do mês (US$ 756,7 milhões) com a de agosto do ano passado (US$ 738,5 milhões), houve crescimento de 2,5%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (11,1% , por conta, principalmente, de celulose, açúcar em bruto, catodos de cobre, madeira em estilhas, óleo de soja em bruto e semimanufaturados de ferro e aço) e de produtos básicos (4,8%, em razão de milho em grãos, minério de cobre, minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, farelo de soja). No mesmo comparativo, as vendas de manufaturados tiveram queda (-1,5%, pela diminuição em veículos de carga, automóveis de passageiros, açúcar refinado, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos). Na comparação com julho de 2017, houve queda de 15,3%, em consequência da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-19,3%) e básicos (-17,3%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (5%).

Nas importações, a média diária da primeira semana de agosto deste ano (US$ 669,2 milhões), ficou 19,8% acima da média de agosto do ano passado (US$ 558,6 milhões). Nesta comparação, aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (91,8%), siderúrgicos (65,4%), combustíveis e lubrificantes (42,1%), equipamentos eletroeletrônicos (25,6%) e farmacêuticos (16,5%). Em relação ao mês de julho de 2017, houve aumento de 12,7%, devido ao crescimento nas vendas de adubos e fertilizantes (54,3%), farmacêuticos (47,1%), instrumentos de ótica e precisão (23,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (14,5%) e equipamentos eletroeletrônicos (10,8%).

(Redação – Agência IN)