Receita líquida da Celulose Irani cresce no trimestre

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Receita líquida da Celulose Irani cresce no trimestre (Foto: Divulgação) Receita líquida da Celulose Irani cresce no trimestre

A Celulose Irani encerrou o segundo trimestre do ano com receita líquida de R$ 174,7 milhões, representando um crescimento de 21% em relação ao segundo trimestre de 2013. O principal fator que levou a esse crescimento foi a integração das vendas da planta de Embalagem de Papelão Ondulado da Indústria de Papel e Papelão São Roberto S.A. (SP) aos negócios da Irani. Em sintonia com a receita líquida está o EBITDA ajustado que também apresentou aumento, neste caso 10,3% superior ao do 2T13, e totalizou R$ 34,6 milhões no trimestre.

O volume de vendas do segmento Embalagem de Papelão Ondulado evoluiu bem quando comparado ao 2T13 e somou 47,2 mil toneladas. O incremento apresentado pela Irani, de 39,5%, é maior que as perspectivas de mercado – dados da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) apresentaram redução de 3,4% no mesmo período - também devido a integração da planta da São Roberto.

Em contrapartida, o segmento Papel para Embalagens reduziu 37,9% e encerrou o trimestre com 17,1 mil toneladas. A redução deveu-se às vendas para a controlada São Roberto que, a partir do 1T14, são eliminadas na consolidação a partir da integração dos negócios às operações da Irani.

O volume de vendas do segmento Resinas também apresentou redução de 12,5% e alcançou 2,2 mil toneladas. Neste caso, a produção sofreu uma variação por conta da oferta de goma de resina no mercado local.

No segundo trimestre houve ainda a captação de U$ 70 milhões, através de uma operação de pré-pagamento de exportação, que serão utilizados para financiar as necessidades de capital de giro das exportações da Companhia. O valor deverá ser pago pela Irani em até sete anos.

Com o objetivo de continuar crescendo com valor, a Irani realizou investimentos de R$ 30.245 mil neste trimestre. O principal investimento realizado no período consistiu na ampliação e modernização da Máquina de Papel I (MP I), o que agregou 3.000t/mês de papel a produção total, a partir de julho. Outro destaque do segundo trimestre foi a assinatura do Protocolo de Intenções com o Governo do Estado de Santa Catarina para a ampliação da unidade industrial localizada em Vargem Bonita (SC). O investimento previsto é de aproximadamente R$ 600 milhões distribuídos ao longo de cinco anos.

(Redação – Agência IN)