Receita líquida da Paranapanema cresce 25% no 4T20

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Receita líquida da Paranapanema cresce 25% no 4T20 (Foto: Pexels) Receita líquida da Paranapanema cresce 25% no 4T20

A Paranapanema enfrenta desafios relacionados à pandemia da COVID-19 com grande efetividade nas suas ações de prevenção. A Companhia tem como foco em assegurar a saúde dos funcionários próprios e terceiros, realizar a geração de caixa por meio da eficiência em custos e gestão do capital de giro, além de progredir com a renegociação de suas dívidas com os principais credores da empresa. Registrou uma Receita Líquida de R$ 1,5 bilhão no 4T20, aumento de 25% em comparação ao mesmo período do ano anterior, fechando 2020 com R$ 4,3 bilhões, enquanto 2019 registrou R$ 5,2 bilhões.

A Companhia tem trabalhado fortemente na gestão dos custos fixos (incluído ociosidade) e, em 2020, registrou redução de R$ 83 milhões, 14% em relação ao ano anterior, bem como redução de despesas com vendas, gerais e administrativas de R$ 21 milhões, uma redução de 17% em relação ao ano anterior.

Com isso, a Paranapanema apresentou geração de caixa operacional de R$ 133,4 milhões em 2020 e fluxo de caixa livre de R$ 68,4 milhões no período, um aumento de R$ 7,7 milhões em relação a 2019. Também, no ano de 2020, apresentou prejuízo líquido de R$ 861,6 milhões, fortemente impactado por efeito não caixa da variação cambial principalmente sobre a sua dívida em moeda estrangeira - que, se excluídos, reverte em lucro líquido ajustado de R$ 79,9 milhões no ano.

"Gerar caixa livre superior aos anos anteriores em um momento de pandemia global e, em paralelo com a renegociação da dívida com a necessidade de alinhamento entre 10 diferentes credores tem sido possível devido ao trabalho engajado e resiliente de toda a equipe da Paranapanema e da confiança de seus clientes, credores e fornecedores" - acrescenta Luiz Aguiar, diretor-presidente da Companhia.

A Companhia continua trabalhando para equalizar o perfil de sua dívida financeira. Desde o primeiro trimestre de 2020, vem tratando com seus principais credores financeiros (essencialmente os mesmos que participaram do processo de renegociação em 2017), o alongamento do perfil de sua dívida, a fim de se adequar à sua futura geração de caixa e necessidade de investimento.

(Redação - Investimentos e Notícias)