Saldo médio diário da base monetária é de R$234,2 bilhões em outubro

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Saldo médio diário da base monetária é de R$234,2 bilhões em outubro (Foto: Divulgação) Saldo médio diário da base monetária é de R$234,2 bilhões em outubro

A base monetária apresentou saldo médio diário de R$234,2 bilhões em outubro, após elevações de 1% no mês - acréscimos de 1,2% no papel-moeda emitido e de 0,3% nas reservas bancárias - e de 7,9% em doze meses, segundo dados do Banco Central (BC).

Entre os fluxos mensais dos fatores condicionantes da emissão monetária, destacaram-se as operações com títulos públicos federais, que incluem a atuação do Banco Central no ajuste da liquidez do mercado monetário, e os ajustes nas operações com derivativos, com impactos contracionistas de R$3,7 bilhões e R$6,8 bilhões, respectivamente. Em contraponto, os depósitos de instituições financeiras, que incluem os recolhimentos compulsórios, provocaram expansão de R$3 bilhões. O impacto referente aos títulos públicos correspondeu a vendas líquidas de R$55 bilhões no mercado secundário e resgates líquidos de R$51,3 bilhões no mercado primário.

O saldo médio diário dos meios de pagamento restritos (M1) atingiu R$317 bilhões em outubro, com elevação mensal de 0,4%, resultante dos crescimentos de 0,6% no papel-moeda em poder do público e de 0,2% nos depósitos à vista. A expansão acumulada do M1 em doze meses alcançou 4,8%.

O saldo dos meios de pagamento no conceito M2, que corresponde ao M1, mais depósitos de poupança e títulos privados, aumentou 0,1% em outubro, totalizando R$2,1 trilhões. O montante dos depósitos de poupança alcançou R$647,5 bilhões, com crescimento mensal de 0,3% e captações líquidas de R$540 milhões, enquanto o saldo dos títulos privados somou R$1,1 trilhão, recuando 0,1% no mês, após resgates líquidos de R$8,8 bilhões em depósitos a prazo.

O M3, que compreende o M2, as quotas de fundos de renda fixa e os títulos públicos que lastreiam as operações compromissadas entre o público e o setor financeiro, cresceu 0,6% no mês, atingindo R$4,2 trilhões, reflexo do aumento de 1,2% no saldo das quotas de fundos de renda fixa, que alcançou R$2 trilhões. O M4, conceito que compreende o M3 e os títulos públicos de detentores não financeiros, registrou elevação de 1,2% no mês, influenciado pelo saldo dos títulos federais, que avançou 5,3% na comparação com setembro, totalizando R$707 bilhões. Nos últimos doze meses, o M4 cresceu 12,9%, alcançando R$4,9 trilhões.

(Redação – Agência IN)