Fecomércio RJ comenta resultado da PME em maio

A leitura de maio da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE revela aceleração do aumento da desocupação no agregado metropolitano nacional. Quando comparamos os meses de 2015 com os mesmos períodos do ano passado, o resultado de maio apresenta a maior variação até aqui. Já o rendimento real recebido pelo trabalhador recuou mais em maio ante o registrado nos meses anteriores, movimento em linha com o observado nos demais indicadores econômicos domésticos, numa conjuntura em compasso de espera. O cenário reforça a necessidade de medidas que resgatem a confiança dos agentes econômicos por meio de metas fiscais claras e viáveis, redução gradual do peso dos impostos no dia a dia dos negócios e do consumo, incentivo ao investimento e fim do arrocho monetário – uma agenda à altura dos desafios do momento. Com a retomada da confiança, empresários voltarão a investir, consumidores, a consumir e a atividade retornará sua trajetória de crescimento, novamente na esteira do emprego e do comércio.

(Redação- Agência IN)

Fecomércio RJ vê necessidade de rapidez no ajuste fiscal e redução dos juros

O IBGE divulgou hoje os mais recentes números do varejo. O setor acentuou recuos já observados nas últimas leituras e, no agregado das dez atividades pesquisadas mensalmente, já acumula queda de 5,3% nos três primeiros meses do ano – a pior em 12 anos. Se, antes, o comércio se sustentava na massa salarial historicamente fortalecida, descolado da performance negativa da indústria, e, a partir de 2013, passou a desacelerar de forma gradual, agora, sofre o impacto de juros em alta, inflação persistente e aumento do desemprego. E não apenas segmentos considerados relativamente supérfluos na cesta de compras do consumidor exibem tal desempenho.

FecomercioSP é favorável à aprovação da Lei da Terceirização

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) comemora a aprovação do Projeto de Lei n° 4330/2004, de autoria do deputado federal Sandro Mabel, que propõe a regulamentação completa da terceirização das atividades das empresas, tendo sido aprovado ontem à noite na Câmara dos Deputados.

 

FecomercioSP defende reajuste do salário mínimo baseado no PIB per capita

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) propõe que a revisão da fórmula de cálculo do salário mínimo leve em conta o PIB per capita e não o PIB real do ano retrasado. O objetivo, com a sugestão, é que essa revisão retrate a realidade brasileira, ainda mais em um ambiente de incertezas econômicas, em que o ajuste fiscal se faz necessário. Na visão da Entidade, de nada adianta reajustar o salário mínimo pelo PIB real do ano retrasado e a inflação do ano anterior se a produtividade média brasileira vem registrando queda.

Um crescimento do PIB menor do que o da população representa uma queda da produtividade média, e é esse o cenário que vem sendo observado nos últimos anos. Além disso, não é justificado um aumento real do salário mínimo, uma vez que a produtividade média não cresce na mesma proporção.
Atualmente, está em debate na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 7.469, de 2014, que estende até 2019 a atual política de valorização do salário mínimo e tem como escopo a reposição da inflação acrescida de aumento real, com base no crescimento do PIB.

Na análise da FecomercioSP, para o varejo e o setor de serviços, qualquer aumento de salário básico é bem-vindo, pois a propensão a consumir e a gastar das pessoas de baixa renda é elevada, ou seja, a cada real a mais no salário, o consumo aumenta praticamente esse real adicional.

A Federação, por outro lado, reconhece que existem limites para esses aumentos, e esses limites estão mais vinculados ao setor público. O maior limitador para aumentos maiores do salário mínimo é o elevado déficit da previdência, que continua a preocupar os especialistas em cálculos atuariais, pois 75% dos aposentados e pensionistas recebem remuneração vinculada ao salario mínimo.

Se, por um lado, a elevação do salário mínimo, bem como dos proventos dos aposentados e dos pensionistas, um pouco acima da inflação, eleva o poder de compra das classes de renda mais baixa do País -, por outro, além de afetar o déficit da previdência, ele pressiona a inflação quando não acompanhado por uma elevação proporcional da produtividade .

A Entidade ressalta que não defende uma redução do salário mínimo, mas que eventuais aumentos com base no PIB sejam concedidos apenas quando houver aumento de produtividade. Trata-se de uma medida que não visa reduzir os benefícios, mas estimular o setor produtivo a aumentar a sua produtividade, favorecendo o crescimento econômico e o bem-estar social da população.

Fecomércio RJ comenta PMC de dezembro de 2014

O resultado da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE em dezembro acentuou a desaceleração antes já em curso no setor ao longo de 2014 na comparação com 2013. Na relação com o mês anterior, todos os segmentos pesquisados no varejo ampliado apuraram recuo no volume de vendas, com destaque para Móveis e eletrodomésticos (-9,9%), Veículos e motos, partes e peças (-9,4%), Livros, jornais, revistas e papelarias (-9,2%), Equipamentos de escritório, informática e comunicação (-8,8%) e Tecidos, vestuário e calçados (-7,3%).

Faturamento do comércio de Araçatuba cai 3,2% em outubro

O faturamento do comércio varejista da região de Araçatuba caiu 3,2% em outubro de 2014 na comparação com o mesmo mês de 2013. A receita apurada foi de R$ 693,9 milhões no mês. Contudo, o valor foi 6,4% maior do que o visto em setembro. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) segundo informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

Fecomercio acha que controle dos gastos públicos terá frutos no 2º semestre

O maior compromisso com o controle dos gastos públicos, manifestado pela nova equipe econômica, se efetivado, deverá manter o “ritmo ameno de crescimento da economia, mas renderá frutos a partir do segundo semestre do ano”. E com o dever de caso feito, contas públicas e inflação em ordem, “a confiança de consumidores e empresários tende a crescer e, com isso, o consumo das famílias e os investimentos”.

Assinar este feed RSS