Risco Brasil cai ao menor nível em 11 meses

Um dos indicadores mais usados pelo mercado financeiro para avaliar o risco Brasil caiu ao menor nível em 11 meses. Isso significa que o País se tornou mais confiável e que as chances de não pagamento de sua dívida ficaram menores.

Confiança do empresário paulistano cresce 1,5% em maio

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) atingiu 75,9 pontos em maio - elevação de 1,5% em relação a abril. Na comparação com o mesmo período de 2015, porém, houve queda de 7,2%. Mesmo com a elevação em maio, o índice abaixo dos 100 pontos - a última vez que superou a marca foi em dezembro de 2014 - sinaliza que continua o pessimismo dos empresários com relação ao nível de atividade em geral da economia.

Confiança do empresário do comércio apresenta leve alta de 0,6% em fevereiro

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) atingiu 74,9 pontos em fevereiro, um crescimento de 0,6% em relação a janeiro. Por outro lado, na comparação com o mesmo período de 2015, a queda foi de 21,3%. Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).


Confiança do setor de seguros cai 20% em 2015

Em dezembro, o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras) interrompeu a sua lenta recuperação registrada nos dois meses anteriores, e voltou a cair. Houve uma variação de 71,6 para 69,6 (em relação ao mês anterior) e bem abaixo dos 86,4, registrados no mesmo mês de 2014.

Confiança dos empresários recua em novembro

O Indicador de Confiança dos micro e pequenos empresários, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), registrou 38,27 pontos no último mês de novembro, resultado um pouco abaixo dos 38,72 pontos verificados em outubro. Como o indicador segue abaixo do nível neutro de 50 pontos, isso significa que persiste entre esses empresários a sensação de pessimismo com a situação presente e com o futuro da economia do país e também dos seus negócios.

Confiança do consumidor despenca 47,7% em outubro

A confiança do consumidor paulistano registrou, em outubro, 88,8 pontos, queda de 23,4% se comparado com o mesmo mês do ano passado, quando chegou a 115,8 pontos, segundo dados do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Abigraf aponta medidas para resgate da confiança do Brasil

“O rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de risco Fitch demonstra que as medidas que vêm sendo adotadas pelo governo não têm surtido efeito para atenuar a crise econômica. Desconfiança relativa ao desequilíbrio fiscal mantém-se”, observa o presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), Levi Ceregato. “O anuncio da agência em manter o selo de bom pagador é algo positivo, porque é um sinal de que se reconhece o potencial do país para retomar o fôlego em 2016. Porém, o País precisa de políticas mais eficazes e de estímulo à produção”.

Geração Y está menos confiante quanto ao futuro

A geração Y, formada pelos jovens nascidos entre o final da década de 70 e da década de 90, deve enfrentar pela primeira vez uma piora significativa nas condições do emprego desde que entraram no mercado de trabalho, no início dos anos 2000. Em sua primeira crise econômica, ela mostra-se relativamente menos confiante quanto ao futuro do que a geração X, formada pelos indivíduos nascidos nas décadas de 60 e 70, e que entraram no mercado de trabalho entre os anos 80 e 90, período no qual a economia brasileira passou por sucessivas crises econômicas. É o que mostra estudo inédito elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FecomercioSP) a partir dos dados do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado mensalmente pela FecomercioSP desde junho de 1994, do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE.

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