AGRONEGÓCIO: Comércio de frutas e hortaliças movimenta mais de R$ 36 bi em 2018

O mercado atacadista movimentou cerca de 16,8 milhões de toneladas de frutas e hortaliças, injetando mais de R$ 36 bilhões na economia brasileira. Os dados referem-se à comercialização registrada dos produtos em 2018 nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país e foram apresentados pelo presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Newton Araújo Silva Júnior, durante a eleição da Diretoria Executiva do Conselho Fiscal da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen), nesta terça-feira (19), em Brasília.

Cotações da melancia sobem 55% em Goiás

As cotações da melancia estão em alta em Uruana (GO) e em Lagoa da Confusão (TO), refletindo a redução da oferta no Tocantins por conta da proximidade do fim da safra, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea.

Ritmo de colheita da murcote aumenta em SP

A colheita da tangor murcote, que começou no fim de maio, está ganhando ritmo no estado de São Paulo. Apesar da boa qualidade das frutas, colaboradores do Cepea afirmam que as vendas estão abaixo das expectativas, devido ao clima mais frio no Sudeste e à concorrência com a tangerina poncã (que tem preços mais baixos).

Frutas têm alta generalizada no atacado

A grande oferta de batatas provocou queda no preço do produto nas principais centrais de abastecimento do país em novembro. O 12º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que os maiores recuos ocorreram no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, de 23,20% e 21,53%, respectivamente.

Norma regula importação de frutas de nove países

Nova instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada segunda-feira (3), no Diário Oficial da União, fixa requisitos fitossanitários para importação de frutas ou materiais de propagação de nove países.

Índice CEAGESP recua 3,1% em maio

O Índice de preços da CEAGESP apresentou retração de 3,10% em abril. É a segunda retração seguida. Os setores frutas, verduras e pescados recuaram. Já legumes e diversos mantiveram preços em patamares elevados, principalmente em razão das chuvas. 

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