Inadimplência cresce 4,22% em outubro

O volume de consumidores brasileiros com contas em atraso e registrados em lista de devedores voltou a crescer em outubro e acelerou frente o mês anterior. De acordo com dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a quantidade de inadimplentes cresceu 4,22% no mês de outubro na comparação com igual mês do ano passado. Em setembro deste ano, frente 2017, a alta havia sido de 3,86%. Em números absolutos, estima-se que 62,89 milhões de brasileiros estejam com o CPF restrito para fazer compras a prazo ou contratar crédito.

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Inadimplência do consumidor cai em setembro

Em setembro de 2018, o Brasil registrou um total de 61,4 milhões de consumidores inadimplentes. Segundo o levantamento da Serasa Experian, o indicador recuou 0,16% frente ao apurado em agosto/2018, que totalizou 61,5 milhões.

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Inadimplência com cheques sem fundos recua

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, setembro deste ano atingiu o menor percentual de 2018 e dos últimos 8 anos quando considerado apenas este mês. O índice de devolução de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos fechou em 1,67% no nono mês deste ano.

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Inadimplência no mercado imobiliário pode prejudicar bancos

A inadimplência do financiamento habitacional é um problema que afeta milhões de brasileiros, comprometendo a realização da tão sonhada conquista da casa própria. Para piorar a situação desses mutuários, esses contratos são regidos pela Lei 9.514/97, que autoriza o agente financeiro a fazer toda a execução da dívida de forma extrajudicial. Aliado à inflexibilidade das instituições financeiras em fazer acordo para pagamento das prestações em aberto, o procedimento pode fazer com que o mutuário tenha de desocupar o imóvel em menos de um ano. Mas para os bancos, a situação também não é assim tão vantajosa.

Inadimplência das empresas cresce 10,2% em agosto

Em agosto de 2018, o Brasil registrou um novo recorde na inadimplência das micro e pequenas empresas. São 5,276 milhões de MPEs com dívidas atrasadas, o maior resultado desde o início da série histórica (2016). Na comparação com agosto de 2017 (4,788 milhões), a alta foi de 10,2%. Na relação com julho deste ano (5,208 milhões) o crescimento foi de 1,3%.

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Inadimplência das empresas é recorde em agosto

O Brasil encerrou agosto de 2018 com recorde de inadimplência entre as empresas. Foram registrados 5.577.543 CNPJs negativados, um acréscimo de 8,4% em relação ao mesmo mês do ano passado (5.142.623). O total de empreendimentos no vermelho registrou uma pequena alta em julho deste ano, com variação de 0,4%. Já no comparativo com o valor consolidado no período correspondente de 2017, o montante das dívidas teve alta de 3,7%.

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Inadimplência do consumidor afeta 61,5 milhões no país

Segundo dados da Serasa Experian, em agosto de 2018 o número de consumidores inadimplentes no Brasil totalizou 61,5 milhões. O indicador caiu 0,16% em relação ao consolidado de julho/2018 (61,6 milhões). É o segundo recuo consecutivo após o recorde da série, registrado em junho deste ano, que chegou a 61,8 milhões de inadimplentes. Já na comparação com agosto de 2017 (60,4 milhões), o aumento foi de 1,82%. O montante de dívidas em agosto deste ano atingiu R$ 274 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.453 por pessoa.

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19% dos brasileiros tiveram crédito negado em julho

Em meio ao cenário de alta da inadimplência e de desemprego elevado, o consumidor brasileiro tem encontrado dificuldades para comprar a prazo. Dados do Indicador de Uso do Crédito apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que em cada dez brasileiros, dois (19%) tiveram crédito negado ao tentarem parcelar uma compra, o percentual é ligeiramente acima dos 17% observados em junho. De acordo com os entrevistados, a restrição do CPF em virtude do não pagamento de contas foi a principal razão para a negativa (39%), seguida renda insuficiente (18%) e falta de comprovação de renda (12%).

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