Indústria têxtil e de confecção analisa com cautela crescimento da economia

O segmento têxtil e de confecção, com a contratação de 31.666 trabalhadores e 22.390 demissões, fechou janeiro deste ano com saldo positivo de 9.276 novos empregos – empregando, hoje, cerca de 1,5 milhão de pessoas. Representando 26,5% do total de vagas geradas pela indústria de transformação (34.929), foi o melhor resultado dentre todos os subsetores, conforme indicam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Dia das Mães movimenta varejo de moda, segundo ABVTEX

O resultado do Dia das Mães foi positivo entre as empresas do varejo de moda associadas à ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil). É o que afirma o diretor executivo da entidade, Edmundo Lima. “O cenário é ainda bastante conservador, mas tivemos um Dia das Mães relativamente melhor do em 2016”.

Estoques de inverno diminuem e animam varejo de moda

O consumidor habituado a aguardar as liquidações de inverno para efetuar suas compras pode não encontrar os artigos que deseja. O frio intenso e que pode perdurar resultou no aumento da procura nas lojas por estes produtos, reduzindo muito os estoques.

Exportações de couros crescem 9,7% no 1º semestre de 2016

O primeiro semestre de 2016 se encerrou com alta nas exportações de couros do Brasil. De janeiro a junho deste ano, o país comercializou junto ao mercado externo 99,785 milhões de metros quadrados de couros, o que significa um crescimento de 9,7% ante o mesmo período de 2015, com destaque expressivo para os produtos de maior valor agregado. As informações são da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), com análise da Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).

Importação de vestuário tem queda histórica

Segundo balanço da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), houve queda de 60%, em toneladas, nas importações de vestuário em abril, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Foi a maior queda registrada desde janeiro de 2000. Os produtos chineses foram responsáveis por 50% do total.

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