Telecomunicações e transporte de carga aquecem setor de serviços

Após cair 0,8% em outubro, o setor de serviços voltou a crescer em novembro de 2017, registrando alta de 1,0% em relação ao mês anterior. Todas as cinco atividades, exceto outros serviços, que ficaram estáveis, tiveram resultados positivos, mas o setor foi especialmente impulsionado pelos serviços de comunicação e informação, que cresceram 0,9%, e pelos transportes, que subiram 0,6%. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (12) pelo IBGE.

Setor de serviços sobe 1,0% em novembro, aponta IBGE

Em novembro, o setor de serviços cresceu 1,0% em relação a outubro (série com ajuste sazonal), após recuos de 0,8% em outubro e de 0,1% em setembro, divulgou nesta sexta-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). Na comparação com novembro de 2016 (série sem ajuste sazonal), o volume de serviços variou -0,7%, contra -0,4% em outubro (revisado) e -3,2% em setembro. Com esses resultados, a taxa acumulada no ano ficou em -3,2% e, em 12 meses, -3,4%.

Faturamento do setor de serviços cresce 12,8% em novembro, aponta FecomercioSP

Pelo 11º mês consecutivo, o faturamento real do setor de serviços na cidade de São Paulo apresentou alta no comparativo anual. Em novembro, as receitas atingiram R$ 24,8 bilhões, aumento de 12,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, o que representa R$ 2,8 bilhões a mais em vendas. É a segunda maior cifra registrada em um mês de novembro pelo setor de serviços paulistano desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010. No acumulado do ano, o faturamento real cresceu 5,9%, chegando a R$ 261,2 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta nas receitas foi de 5,3% - quinto resultado positivo consecutivo, depois de um período de 22 meses registrando quedas.

Setor de serviços em Minas Gerais avança 0,2% em setembro, diz IBGE

O setor de serviços de Minas Gerais apresentou, em setembro, um crescimento de 0,2% frente a agosto, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta sexta-feira (17) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cabe destacar que o resultado para o Brasil no mesmo período foi de recuo de 0,3% no índice de volume de serviços. As maiores variações positivas de volume, ainda em relação ao mês anterior, foram registradas no Distrito Federal, em Alagoas (ambos com crescimento de 2,5%), Paraíba (0,8%), Piauí (0,3%), Minas Gerais e Bahia (ambos com 0,2%). Já as variações negativas mais acentuadas foram observadas no Tocantins (-4,0%), em Rondônia (-3,2%), no Mato Grosso do Sul (-2,4%), Acre (-2,3%) e Rio Grande do Sul (-1,9%).

Setor de serviços paulistano registra alta de 1,6%, aponta FecomercioSP

O setor de serviços na cidade de São Paulo dá continuidade ao processo de crescimento que se iniciou em janeiro e já contabiliza faturamentos maiores que os registrados em 2016. Em março, o faturamento real do setor registrou alta de 1,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior e atingiu R$ 20,3 bilhões, R$ 324 milhões acima do valor apurado em março de 2016.

Setor de serviços paulistano cresce 3,6% em fevereiro, aponta FecomercioSP

O setor de serviços na cidade de São Paulo demonstra uma retomada do crescimento neste início de ano. Em fevereiro, pelo segundo mês consecutivo, o faturamento real do setor registrou alta de 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No mês, em termos monetários, o setor registrou um faturamento real de R$ 21,0 bilhões, cerca de R$ 737 milhões acima do valor apurado no mesmo mês do ano passado. Foi o quarto maior montante para fevereiro desde o início da série histórica, em 2010. Com o resultado apurado, o acumulado no ano ficou positivo em 2,9%, totalizando um faturamento real de R$ 48,5 bilhões.

Setor de serviços do Estado de São Paulo elimina 124.593 empregos formais, segundo FecomercioSP

O setor de serviços no Estado de São Paulo ainda sofre com as oscilações da economia e, em janeiro, contabilizou o quinto saldo mensal negativo de empregos. No primeiro mês deste ano, foram eliminados 1.498 postos de trabalho, resultado de 176.131 admissões e 177.629 desligamentos. Na comparação com o mesmo mês de 2016, ainda que ambos os saldos sejam negativos, houve melhora dos números do setor. Em janeiro de 2016 foram perdidos 7.416 empregos, sendo este o maior saldo de vagas perdidas para o mês de janeiro desde que a pesquisa se iniciou, em 2008.

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