Alimentos ricos em zinco e vitamina B6 e B12 melhoram a qualidade do sono

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Alimentos ricos em zinco e vitamina B6 e B12 melhoram a qualidade do sono Divulgação

Ter um sono duradouro e reparador nem sempre é fácil.  É enquanto se está dormindo que o organismo se recupera das atividades que foram realizadas no período do dia, bem como faz todos os processos metabólicos necessários para seu bom funcionamento. Uma alimentação adequada tem papel fundamental quando o assunto é saúde e bem-estar, e para que isto aconteça é muito importante dormir bem e acordar descansado.

Uma dieta que seja rica em vitaminas C, B6 e B12, além do zinco, ajuda a proporcionar um sono restaurador. Como auxiliam no relaxamento, o zinco, o potássio e a vitamina C colaboram com uma boa noite de sono e um despertar descansado. No caso das vitaminas B12 e B6, estas auxiliam na circulação, o que é importante para favorecer troca de energia entre as células, bem como atuam nos processos metabólicos que ocorrem enquanto dormimos.
Ter um sono reparador representa um dos oito sinais do corpo bem nutrido, segundo informações do Manifesto do Corpo Saudável, desenvolvido pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), em parceria com a Centrum. Porém, o mesmo estudo identificou que 50% dos brasileiros que possuem acesso a internet, tiveram o sono interrompido nos últimos 30 dias Deste total, 58% dos que relataram este tipo de problema são mulheres. Entre aqueles que não consideram sua alimentação saudável, 61% apresenta o sintoma.
A pesquisa revela ainda que entre as pessoas que tiveram noites mal dormidas, 43% relacionam o problema à alimentação inadequada. Esse percentual aumenta para:

60% entre os que costumam se alimentar de fast food mais de 2 vezes/semana;
49% entre os que ingerem produtos industrializados mais de 3 vezes/semana;
48% entre os que não consomem produtos integrais mais de 3 vezes/semana.


O consumo diário de cinco porções de frutas, de legumes e de verduras é essencial para extrair os benefícios oferecidos pelas vitaminas e minerais. Por outro lado, nem sempre os nutrientes necessários de serem incluídos fazem parte do dia a dia da alimentação do brasileiro, conforme demonstra o Estudo promovido pela Brazos:

88% dos brasileiros e 84% das brasileiras ingerem quantidades menores que as recomendas de vitamina C;
O consumo de selênio está abaixo do recomendado em 40% da população;
67,4% dos homens não consomem as quantidades recomendadas de zinco e, entre as mulheres, esse déficit é de 45,6%.
Já a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, aponta que a ingestão de vitamina C está abaixo do recomendado em 51% dos homens, de 19 a 59 anos, e em 42% das mulheres da mesma faixa etária. Neste mesmo grupo, o consumo de zinco é insuficiente em 24% deles e 22% delas.

(Redação- Agência IN)