Vendas da carne de frango continuam em queda

As cotações da carne de frango continuam em queda, com a demanda enfraquecida devido às férias e a maiores despesas da população, de acordo com informações do Cepea. Apesar disso, a competitividade desta proteína caiu frente às principais concorrentes, bovina e suína, porque os valores das carnes bovina (traseiro) e suína têm registrado recuos ainda mais intensos que os verificados para o frango.

Preços da melancia caem 27,4% em uma semana no RS

Os preços da melancia registraram forte queda no Rio Grande do Sul, segundo dados do Hortifruti/Cepea. Isso ocorreu devido à intensificação da colheita em Encruzilhada do Sul (somada ao volume disponível em Arroio dos Ratos) e às precipitações na região Sudeste, principal mercado consumidor.

Menor demanda enfraquece preços da carne

As cotações da carcaça casada de boi estão enfraquecidas no mercado atacadista da Grande São Paulo, conforme dados do Cepea. Esse cenário é típico para este mês, visto que trata-se de um período em que o consumo diminui por conta das férias e das maiores despesas. No acumulado de janeiro (de 28 de dezembro a 17 de janeiro), a carcaça casada do boi (à vista) se desvalorizou 2,7%, fechando a R$ 10,10/kg nessa quarta-feira, 17.

Preço dos principais produtos suinícolas recuam

Nesta segunda quinzena de janeiro, devido à menor demanda, os valores dos principais produtos suinícolas acompanhados pelo Cepea estão em queda. Na região de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o preço do animal vivo recuou 4,4% de 10 a 17 de janeiro, passando a R$ 3,83/kg nessa quarta-feira, 17. A carcaça especial foi cotada a R$ 6,05/kg na Grande São Paulo ontem, recuo de expressivos 3,6% frente ao dia 10.

Com demanda enfraquecida, arroz em casca se desvaloriza

O mercado de arroz em casca do Rio Grande do Sul tem apresentado lentidão, segundo indicam pesquisadores do Cepea. Apenas indústrias com necessidade de repor estoque estão presentes no mercado, dando preferência ao arroz depositado em seus armazéns. Demais beneficiadoras, incluindo as de outros estados, seguem trabalhando com estoque já adquirido.

O agronegócio brasileiro ainda crescerá muito na próxima década

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), o PIB do Agronegócio brasileiro registrou queda de 2,58% no período entre janeiro e agosto de 2017, indicando que o desempenho foi marcado por queda de preços, reduzindo os resultados na renda do setor, pois em termos de volume físico houve crescimento recorde. Para o ano todo, a queda do PIB deve alcançar 3,8%, sendo que um recuo de 3,5% é esperado para o ramo agrícola e queda de 4,7% para o ramo pecuário. Em relação aos segmentos, estima-se: i) insumos para agropecuária, recuo de 4,4%; ii) primário, alta de 1,4%; iii) agroindústria, queda de 6,2%; e iv) agrosserviços, recuo de 5,3%.

Café robusta recua mais de 8% na prévia de janeiro

A maior disponibilidade no mercado brasileiro, a demanda enfraquecida e o recuo das cotações internacionais do café robusta têm pressionado os valores dessa variedade no Brasil, segundo informações do Cepea. No acumulado parcial de janeiro (até o dia 16), o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta do tipo 6 já caiu 8,2% e fechou a R$ 326,96/saca de 60 kg nessa terça-feira.

Preço do melão no Vale supera o do RN/CE em 2017

Com a crise hídrica no Vale do São Francisco (BA/PE) no ano passado, alguns produtores de melão dessa região investiram mais em tecnologia, na tentativa de garantir a qualidade das frutas. Com isso, o melão baiano/pernambucano teve boa demanda, tanto por parte de compradores nacionais quanto de estrangeiros – produtores do Vale reportaram vendas (ainda restritas) a alguns países da América Latina, Europa e Ásia. 

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